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Risco x Retorno: importância para os seus investimentos

Você já ouviu falar na relação Risco x Retorno? Quando se fala em investimentos, este é um conceito obrigatório, fundamental e básico para se levar em consideração. Em mais este artigo do blog da Greencred, vamos explicar os motivos que justificam conhecer melhor estes termos tão frequentes na área das finanças.

Sabemos que, independentemente do produto, investir envolve riscos – alguns maiores, outros menores. Nesse sentido, obter retorno em relação ao investimento é uma consequência natural do tamanho dos perigos aos quais o investidor se submete, além, é claro, de fatores como liquidez e rentabilidade.

No mundo dos investimentos, o risco pode ser definido como a probabilidade do rendimento que o(a) investidor(a) desejava no momento da aplicação não se realizar. Um exemplo: imagine que você investiu, na modalidade de Renda Variável, em uma ação de empresa na qual esperava rentabilidade de 15% ao ano pelos próximos cinco anos.

Passado este período, percebeu que a companhia obteve resultados negativos, perdendo 5%, além de não ter rentabilizado o capital investido. Resultado: você terminará com um valor menor do que o que investiu. Contudo, em caso de sucesso da empresa, as chances de o retorno ser considerável também aumentam bastante.

Leia também: Renda Fixa e Variável: quais as diferenças?

 

Conheça os 5 tipos mais frequentes de risco na área de investimentos:

  • Risco de Mercado: decorre das condições da economia, que podem fazer os juros, o câmbio e o preço das ações variarem para mais ou para menos, influenciando seu investimento de modo positivo ou negativo;
  • Risco de Crédito: ao aplicar recursos, o investidor está “emprestando” dinheiro a alguém ou aplicando a quantia em determinado empreendimento, o que certamente envolve o risco de que o tomador dos recursos deixe de honrar a obrigação ou não pague os juros combinados;
  • Risco de Liquidez: aquele diretamente ligado à facilidade de resgatar ou transferir seu investimento. Em caso de pouca liquidez, haverá menos pessoas interessadas em negociar, o que tornará o valor do investimento mais baixo;
  • Risco Legal: relacionado com as eventuais questões legais que poderão resultar em problemas quanto ao cumprimento das condições previamente acertadas;
  • Risco Operacional: reflete as falhas registradas no decorrer do investimento, que poderão ser decorrentes de diversos fatores: problemas em equipamentos de uma empresa, erros humanos no controle de custos e gerenciamento, má https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistração dos recursos, entre outros.

 

Retorno é proporcional ao risco

A mesma lógica pode ser aplicada no caso de investimento em Renda Fixa, quando o investidor “empresta seu dinheiro” ao governo de um país em troca de juros futuros. O que ocorre? Há uma pequena chance/risco de o governo não contar com os valores para pagar ao investidor quando este tentar resgatar o investimento. Entretanto, é bem mais fácil uma empresa quebrar do que o governo. Todavia, considerando que os resultados sejam positivos, o retorno também é menor.

Em linhas gerais, o retorno em economia nada mais é do que a própria rentabilidade (um ativo de ganho ou perda sobre um valor investido), e faz referência ao lucro ou prejuízo de uma determinada aplicação financeira. Quem investe, por exemplo, R$ 1.000,00 e almeja uma rentabilidade de 10% ao ano, se concretizada, terá R$ 1.100,00 ao fim do prazo estipulado.

Leia também: Taxa Selic: tudo o que você precisa saber

 

Risco x Retorno: diversificar é essencial

Os especialistas em finanças são quase unânimes ao afirmar que a diversificação dos investimentos é essencial em nível de Risco x Retorno. Dessa forma, maximizar o retorno e diminuir o risco se torna mais viável. Mas como fazer para diversificar a carteira de investimentos?

O primeiro passo é ter conhecimento sobre o seu próprio perfil de investidor, o qual pode ser conservador, moderado ou arrojado. Com base nessa percepção, fica mais fácil identificar o(s) tipo(s) de investimento(s) mais adequado às suas necessidades e condições.

A segunda recomendação diz respeito à necessidade de que o investidor conheça os chamados ativos de baixo, médio e alto risco, sobre os quais daremos alguns exemplos a seguir:

  • Ativos de baixo risco: Tesouro Direto, CDBs e LCI;
  • Ativos de médio risco: Fundos Multimercado, Debêntures, CRI e CRA;
  • Ativos de alto risco: Fundos de Investimento e ações.

Uma mescla destes ativos acima é recomendada para qualquer investidor.

 

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