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Planejar suas aplicações financeiras de acordo com seu perfil de investidor é fundamental em um cenário econômico marcado por mudanças e taxa Selic baixa. Compreender suas necessidades, objetivos e tolerância ao risco é essencial para garantir que seu dinheiro trabalhe a seu favor e esteja alinhado com suas metas futuras. Confira no neste artigo, como planejar suas aplicações de acordo com o seu perfil de investidor.

 

Objetivos de vida: O Caminho para o Planejamento Financeiro

Culturalmente, o brasileiro enfrenta desafios quando o assunto é finanças pessoais, mas a estabilização econômica trouxe uma maior conscientização sobre a importância do planejamento financeiro. Contudo, muitos ainda buscam orientação em fontes que não consideram seu perfil e objetivos específicos.

 

Entendendo o Mercado Financeiro: Risco, Retorno e Liquidez

Desta maneira, para investir de forma consciente, é crucial compreender os três pilares do mercado financeiro: risco, retorno e liquidez. Cada decisão de investimento deve ser avaliada levando em conta esses aspectos e alinhada com seus objetivos específicos. É importante escolher investimentos que estejam alinhados com o prazo e o propósito de cada aplicação.

 

Descobrindo seu Perfil de Investidor: Conservador, Moderado ou Agressivo

O perfil do investidor é determinado pela tolerância ao risco e pelas expectativas de investimento. Identificar seu perfil ajuda a escolher produtos financeiros compatíveis com seus objetivos e preferências. Seja conservador, moderado ou agressivo, há opções de investimento adequadas para cada demanda.

 

Tipos de Perfil: Conservador, Moderado e Agressivo

  • Conservador: Prefere investimentos de baixo risco e menor volatilidade, como a poupança. No entanto, há alternativas de maior rentabilidade igualmente seguras.
  • Moderado: Busca um equilíbrio entre segurança e rentabilidade, aceitando um nível moderado de risco.
  • Agressivo: Está disposto a assumir riscos mais altos em busca de retornos expressivos.

 

Como Começar a Investir?

Para iniciar sua jornada de investimento, é importante buscar orientação especializada e entender as opções disponíveis no mercado. Compreender seu perfil de investidor é o primeiro passo para fazer escolhas inteligentes e rentáveis.

 

Aplicações Financeiras na Greencred: Segurança e Rentabilidade

Na Greencred, oferecemos as aplicações financeiras mais seguras e rentáveis do mercado, alinhadas com as necessidades e objetivos de nossos cooperados. Com o fundo garantidor das cooperativas, você tem a segurança de até R$ 250 mil para cada cooperado (CPF), além do rendimento gerado pelas aplicações e direito às sobras. Invista com inteligência e alcance seus objetivos financeiros com a Greencred.

 

Ao planejar suas aplicações financeiras de acordo com seu perfil de investidor, você garante uma abordagem estratégica e alinhada com suas metas futuras. Invista de forma consciente e segura para conquistar a estabilidade financeira e alcançar seus objetivos. Na Greencred, estamos comprometidos em ajudá-lo nessa jornada rumo ao sucesso financeiro. Acesse o nosso site e descubra todas as nossas soluções: https://greencred.com.br/solucoes/.

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Fazer investimentos é uma estratégia fundamental para garantir a rentabilidade do seu dinheiro e alcançar seus objetivos financeiros. Entre as opções disponíveis, o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) surge como uma alternativa atraente oferecida pelas cooperativas de crédito, como a Greencred. Saiba como o RDC pode ajudá-lo a obter os melhores rendimentos.

 

Segurança e Rentabilidade

Uma das principais vantagens do RDC é a combinação de segurança e rentabilidade. Trata-se de uma opção de renda fixa, podendo até ser prefixada, o que garante um retorno consistente e previsível sobre o investimento. Essa característica proporciona ao investidor a tranquilidade de saber que seu capital está protegido e que ele obterá um rendimento satisfatório ao final do período contratado.

Além disso, o RDC conta com a proteção do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que assegura o investimento de até R$ 250 mil por CPF. Essa medida confere uma camada adicional de segurança, equiparando o RDC a outros investimentos protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), como a poupança e o CDB.

 

Desempenho da Greencred: Dados da AGO de 2024

Os números apresentados na Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Greencred de 2024 refletem uma cooperativa de crédito robusta e em crescimento, com resultados financeiros positivos, reforçando que a modalidade de investimento como o RDC, pode ajudá-lo a obter os melhores rendimentos e alcançar seus objetivos financeiros com segurança e rentabilidade. Comparando os dados de 2019 e 2023, podemos observar um crescimento expressivo em diversas áreas:

 

Patrimônio Líquido: Em 2019, o patrimônio líquido da Greencred era de R$ 26.199, enquanto em 2023 esse valor cresceu para R$ 28.204. Esse aumento demonstra a solidez e a estabilidade financeira da cooperativa ao longo dos anos.

Depósitos: O montante de depósitos na Greencred também apresentou um crescimento significativo. Em 2019, os depósitos totalizaram R$ 75.368, e em 2023 esse valor aumentou para R$ 92.685. Esse aumento reflete a confiança dos cooperados na instituição e sua capacidade de captar recursos de forma eficiente.

Empréstimos: Da mesma forma, os empréstimos concedidos pela Greencred aumentaram consideravelmente ao longo dos anos. Em 2019, os empréstimos totalizaram R$ 28.087, enquanto em 2023 esse valor subiu para R$ 38.092. Esse aumento demonstra a crescente demanda por serviços financeiros oferecidos pela cooperativa.

Sobras: As sobras anuais, que representam os lucros obtidos pela cooperativa, também apresentaram um crescimento modesto. Em 2019, as sobras foram de R$ 3.166, e em 2023 esse valor aumentou para R$ 3.251. Esse aumento nas sobras reflete a eficiência operacional da Greencred e sua capacidade de gerar valor para seus cooperados.

 

Benefícios do RDC da Greencred

Esses dados evidenciam o compromisso da Greencred em proporcionar um ambiente financeiro sólido, transparente e rentável para seus cooperados, destacando-se como uma opção confiável e vantajosa para quem busca segurança e rentabilidade.

Ainda, ao optar pelo RDC da Greencred, os investidores têm acesso a uma série de benefícios exclusivos. A cooperativa oferece um atendimento personalizado e próximo, focado no relacionamento com os cooperados, garantindo uma experiência diferenciada e mais próxima das necessidades individuais de cada investidor.

Além disso, a Greencred disponibiliza uma ampla gama de produtos e serviços financeiros, proporcionando aos investidores a oportunidade de diversificar sua carteira de investimentos e alcançar seus objetivos financeiros com mais eficiência.

Em 2023, os rendimentos da Greencred foram 110% a 115% do CDI. Ou seja, o RDC da Greencred é uma excelente opção para quem busca obter os melhores rendimentos em seus investimentos, combinando segurança, rentabilidade e um atendimento personalizado. 

Junte-se a nós e tenha a certeza de que estão tomando a melhor decisão para seu futuro financeiro.

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Planejando investir em ações? Esta decisão pode ser uma maneira eficaz de fazer seu dinheiro crescer em longo prazo, mas também é um território onde os erros podem sair caros

 

Muitos investidores iniciantes cometem erros que prejudicam seus retornos e minam sua confiança. Neste artigo, vamos discutir os três erros mais frequentes que você deve evitar ao investir em ações.

 

Leia também: Entenda como funcionam os Títulos de Renda Fixa Prefixados

 

  1. Falta de pesquisa e educação:

 

Um dos erros mais comuns entre investidores novatos é pular a etapa crucial de pesquisa e educação. É fundamental entender as empresas nas quais você está investindo, o que significa analisar seus modelos de negócios, concorrentes, situação financeira e perspectivas de crescimento. Ignorar esse passo pode levar a investimentos imprudentes e à perda de dinheiro.

 

Como evitar:

 

Dedique tempo para estudar e entender o mercado de ações, bem como as empresas nas quais você deseja investir. Além disso, acompanhe as notícias econômicas e financeiras para entender os eventos que podem impactar o mercado.

 

  1. Falta de diversificação:

 

Concentrar todos os seus investimentos em apenas algumas ações é um erro comum. A falta de diversificação expõe você a um risco considerável. Se uma das ações em que você investiu sofrer uma queda acentuada, seu portfólio pode ser seriamente prejudicado.

 

Como evitar:

 

Construa um portfólio diversificado com ações de diferentes setores e considere a inclusão de investimentos em outros ativos, como títulos, fundos mútuos ou ETFs (fundos de investimento) para reduzir o risco.

 

  1. Timing de mercado inadequado:

 

Tentar prever quando comprar e vender ações com base em eventos de curto prazo ou notícias do mercado é um erro que muitos investidores cometem. O mercado de ações é notoriamente volátil, e o timing perfeito é difícil de alcançar. Tentar fazê-lo pode resultar em perdas substanciais.

 

Como evitar:

 

Em vez de tentar cronometrar o mercado, adote uma abordagem de investimento em longo prazo. Mantenha seus investimentos durante vários anos para dar tempo ao mercado de se recuperar de altos e baixos.

 

Evite reações impulsivas a eventos de curto prazo e mantenha seu foco nas metas de investimento de longo prazo.

 

Além de evitar esses três erros, é importante lembrar que o investimento em ações envolve riscos. Portanto, é crucial ter um plano claro, definir metas de longo prazo e manter uma mentalidade paciente.

 

Se você é novo no mundo dos investimentos em ações, considerar a consulta a um consultor financeiro ou utilizar recursos de educação financeira pode ser uma estratégia sábia para evitar cometer erros dispendiosos.

 

Leia também: 3 vantagens das aplicações em RCD 

 

Lembre-se de que o investimento em ações é uma jornada, e aprender com seus erros é parte do processo de crescimento como investidor.

 

Você sabia que, na Greencred, o cooperado é sócio e pode usufruir de todos os serviços de um banco – mas com custos bem melhores e taxas diferenciadas? Além disso, o(a) associado(a) participa do rateio das sobras. Dê um grande passo, agora mesmo, rumo ao seu desenvolvimento financeiro: associe-se!

 

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A queda da taxa Selic, ou Taxa Básica de Juros da economia brasileira, é um tema de grande relevância para quem busca entender como os investimentos são afetados no Brasil. 

 

Não à toa, este assunto tem sido extremamente recorrente no noticiário brasileiro, seja no âmbito político ou econômico, o que reforça sua importância para o cotidiano da população brasileira.

 

Leia também: IPCA e IGP-M: como os índices de inflação refletem no seu bolso

 

Neste artigo, discutiremos como a queda da Selic (atualmente em 12,75%) influencia diretamente em diferentes tipos de investimentos e como os investidores podem se beneficiar ou se adaptar a essas mudanças.

 

O que é a Selic?

A Selic é a taxa de juros que serve como referência para o mercado financeiro e influencia os juros de diversos produtos financeiros, como os títulos públicos, empréstimos, financiamentos e investimentos. 

 

Ela é determinada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne periodicamente para decidir se a taxa deve subir, cair ou se manter inalterada, de acordo com a conjuntura econômica do país.

 

Como a queda da Selic influencia nos investimentos?

 

Renda Fixa: a principal influência da queda da Selic é nos investimentos de renda fixa. Quando a Selic cai, os rendimentos de produtos como CDBs, Tesouro Direto e títulos de dívida privada também diminuem. Portanto, investimentos de renda fixa se tornam menos atrativos em termos de rendimento, o que significa que os investidores podem precisar buscar opções de maior risco para obter retornos mais expressivos.

 

Ações: historicamente, uma queda na Selic tende a atrair mais investidores para o mercado de ações. Isso ocorre porque, com a renda fixa oferecendo retornos mais baixos, muitos investidores se voltam para a renda variável, como ações, em busca de oportunidades de maior rentabilidade. No entanto, é importante notar que investir em ações também envolve um maior grau de risco.

 

Fundos Imobiliários: são uma opção que pode ser beneficiada com a queda da Selic. Com juros menores, os custos de financiamento de empreendimentos imobiliários tendem a diminuir, o que pode resultar em valorização dos imóveis e, potencialmente, em maior retorno para os investidores desses fundos.

 

Diversificação: a queda da Selic reforça a importância da diversificação da carteira de investimentos. Em um ambiente de juros baixos, é aconselhável espalhar seus investimentos por diferentes classes de ativos, como ações, fundos imobiliários, renda fixa e até mesmo investimentos no exterior. Tal medida pode ajudar a equilibrar riscos e retornos.

 

Leia também: Juros abusivos: saiba como identificar e evitar

 

Em suma, a queda da Selic é uma variável importante a ser considerada ao tomar decisões de investimento. Os investidores devem estar cientes de que as mudanças na taxa básica de juros podem afetar significativamente a rentabilidade de suas aplicações financeiras. 

 

Nesse sentido, é fundamental acompanhar as movimentações da economia e estar preparado para ajustar sua estratégia de investimento de acordo com o cenário atual.

 

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Aqui, no blog da Greencred, já falamos algumas vezes sobre o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop).

 

O FGCoop é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, de direito privado e abrangência nacional, que oferece garantia de depósitos e aplicações financeiras para cooperativas de crédito no Brasil. 

 

Leia também: Saiba como a Lei Complementar 196/2022 pode contribuir para o desenvolvimento das cooperativas

 

Ele foi criado para proteger os investidores e cooperados em caso de uma possível insolvência da cooperativa de crédito. 

 

Hoje, especificamente, vamos falar sobre as aplicações financeiras garantidas pelo FGCoop. Seguem as principais:

 

Depósitos à vista: inclui saldos em contas correntes em cooperativas de crédito.

 

Depósitos a prazo: valores depositados em contas de depósito a prazo, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário) emitidos por cooperativas de crédito.

 

Depósitos de poupança: a poupança cooperativa é semelhante à poupança em bancos tradicionais e também conta com a garantia do FGCoop.

 

Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI): o FGCoop também oferece garantia para investimentos em LCA e LCI emitidas por cooperativas de crédito.

 

Fundos de investimento: algumas cooperativas de crédito oferecem fundos de investimento que são garantidos pelo FGCoop.

 

É importante observar que a garantia oferecida pelo FGCoop é limitada por cooperado e instituição financeira cooperativa ao valor de até R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) por CPF ou CNPJ.

 

Dessa forma, o fundo contribui com a manutenção da estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), ampliando a sua credibilidade junto aos cooperados. 

 

Leia também: Cooperativismo: uma força que desenvolve o Brasil

 

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Os títulos de renda fixa prefixados são um tipo de investimento em que o investidor conhece a taxa ou o valor a ser recebido no momento da compra do título. 

 

Em outras palavras, a taxa de juros é determinada antecipadamente, e fica “fixada” durante toda a vida do título. Isso significa que você sabe exatamente quanto irá receber no vencimento do título, desde que o mantenha até o prazo estabelecido.

 

Leia também: 3 vantagens das aplicações em RCD

 

Quando você compra um título de renda fixa prefixado, o emissor do título (que pode ser o governo federal, estadual ou uma instituição financeira) informa a taxa de juros que será paga ao investidor. Essa taxa é fixa e determinada no momento da compra do título, ou seja, não varia de acordo com as condições de mercado.

 

É importante observar que cada título de renda fixa prefixado tem um prazo de vencimento preestabelecido, que é o período durante o qual o investidor deve manter o título para receber o valor acordado no momento da compra. Os prazos de vencimento podem variar de meses a vários anos, a depender do tipo de título.

 

Títulos de renda fixa prefixados: pagamento de juros
Sabia que os juros do título são pagos ao investidor de acordo com o que foi estabelecido no momento da compra? Geralmente, os pagamentos de juros podem ser feitos de forma periódica (por exemplo, semestralmente) ou na data de vencimento do título, dependendo das características do título específico.

 

Valor de face e valor de mercado
O valor de face, também conhecido como valor nominal, é o valor que o investidor receberá no vencimento do título, desde que ele seja mantido até a data de vencimento. O valor de mercado, por outro lado, pode variar ao longo do tempo com base nas condições de mercado, como mudanças nas taxas de juros. Funciona assim: se você vender o título antes do vencimento, poderá receber mais ou menos do que o valor de face.

 

Qual é o nível de risco?
Os títulos de renda fixa prefixados, geralmente, são considerados investimentos de baixo risco, pois oferecem previsibilidade em relação aos pagamentos de juros e ao valor do principal. 

No entanto, eles ainda estão sujeitos a riscos, como o risco de crédito do emissor (risco de o emissor não cumprir seus pagamentos) e o risco de mercado (o valor de mercado pode flutuar com as taxas de juros).

 

Leia também: Liquidez dos fundos de renda fixa: entenda como funciona

 

Tributação de impostos
Importante: os rendimentos obtidos com títulos de renda fixa estão sujeitos à tributação, com alíquotas que variam de acordo com o prazo de vencimento do título e a legislação fiscal em vigor.

Vale lembrar que, ao investir em títulos de renda fixa prefixados, você está emprestando dinheiro ao emissor em troca dos pagamentos de juros e do valor do principal no vencimento. 

 

Certifique-se de entender todas as características do título, incluindo prazo, taxa de juros e riscos, antes de tomar uma decisão de investimento. Além disso, considere sua estratégia e objetivos financeiros ao escolher esse tipo de aplicação.

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A liquidez dos fundos de renda fixa é determinada pela disponibilidade de recursos que o fundo tem em mãos

Sabia que os fundos de renda fixa são uma ótima opção para investidores que procuram investimentos de baixo risco com boa rentabilidade? Uma das principais características desses fundos é a sua liquidez, que se refere à facilidade com que o investidor pode resgatar seu dinheiro em caso de necessidade.

A liquidez dos fundos de renda fixa é determinada pela disponibilidade de recursos que o fundo tem em mãos para pagar os resgates solicitados pelos investidores.

Isso é importante, porque, se o fundo não tiver recursos suficientes para atender aos pedidos de resgate, ele pode precisar vender ativos a preços mais baixos para levantar dinheiro, o que pode afetar negativamente o seu desempenho.

 

Leia também: Investidores iniciantes: dicas para o seu dinheiro render mais

 

Existem três tipos de liquidez dos fundos de renda fixa:

 

Liquidez diária: permitem que o investidor resgate seu dinheiro a qualquer momento, sem nenhum tipo de restrição. O prazo para o resgate é de, geralmente, até dois dias úteis;

Liquidez no vencimento: só permitem o resgate no prazo de vencimento do título, que pode variar de alguns meses a anos. Esses fundos costumam ter rentabilidades mais altas, mas não oferecem a mesma flexibilidade que os fundos com liquidez diária;

Liquidez restrita: limitam a quantidade de resgates que podem ser feitos em determinado período. Isso é feito para garantir que o fundo tenha recursos suficientes para cumprir suas obrigações com os demais investidores.

 

Vale lembrar que a liquidez dos fundos de renda fixa pode variar de acordo com o tipo de título que o fundo investe e as condições de mercado. Por isso, é importante ler atentamente o regulamento do fundo e entender as suas regras de resgate antes de investir.

Além disso, é essencial ter em mente que a liquidez dos fundos de renda fixa pode ser afetada por eventos externos, como crises econômicas ou mudanças nas políticas monetárias. Por isso, é sempre importante avaliar os riscos e as oportunidades de investimento antes de tomar uma decisão.

 

Leia também: Lucratividade e rentabilidade: entenda as diferenças

 

Pretende investir? Conte com a Greencred!

Se você pretende investir, saiba que a Greencred é a sua cooperativa de crédito, que oferece as condições mais diferenciadas do mercado em prol do seu desenvolvimento financeiro.

 

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Entre as principais vantagens de investir em CDB estão a facilidade para encontrar instituições que o disponibilizam

 

O que é CDB?

Você já ouviu falar em CDB? Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) são os investimentos de renda fixa mais conhecidos do grande público no Brasil.

Disponível na maioria das instituições financeiras, o CDB constitui – até mesmo por conta dessa facilidade – uma das primeiras alternativas para quem deseja migrar o dinheiro da poupança para uma opção mais rentável.

 

Leia também: Lucratividade e Rentabilidade: entenda as diferenças

 

Como o CDB funciona?

Na prática, o CDB funciona da seguinte maneira: quem compra CDBs empresta dinheiro para os bancos financiarem suas atividades de crédito.

Dessa forma, os bancos captam dinheiro com os CDBs oferecendo, em troca, uma remuneração – os juros – aos investidores, por um determinado período.

Os recursos, por sua vez, são utilizados por essas instituições para conceder empréstimos a outras pessoas.

E há alguma exceção? Sim. Ficam de fora os valores que os bancos são forçados a recolher como depósito compulsório junto ao Banco Central – cerca de um terço do que captam.

 

Quanto o CDB rende?

Uma vez que existem várias modalidades de CDBs, o rendimento pode variar bastante. Veja alguns exemplos:

  • CDB Prefixado: um CDB prefixado com taxa de 5% ao ano, por exemplo, oferecerá exatamente essa remuneração até o fim;
  • CDB pós-fixado: não é possível ter certeza quanto ao retorno financeiro, porque ele seguirá a dinâmica de variações do indicador;
  • CDB atrelado à inflação: a remuneração destes papéis mescla as duas estruturas, oferecendo como retorno uma parcela prefixada e outra pós fixada.

 

Leia também: Dicas da Greencred para fazer o seu dinheiro render mais

 

Vantagens de aderir ao CDB

Entre as principais vantagens de investir em CDB estão a facilidade para encontrar instituições que o disponibilizam, variedade de alternativas, cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e a possibilidade de liquidez diária.

Pensando em investir? Saiba que se associar a uma cooperativa de crédito pode ser uma excelente decisão nesse sentido. A Greencred atua há 25 anos em prol do desenvolvimento financeiro de seus associados, oferecendo rentabilidade, segurança e condições diferenciadas em relação aos bancos tradicionais. Fale agora mesmo com a nossa equipe:

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Lucratividade e Rentabilidade: dois pilares muito importantes para os investimentos

Muita gente costuma confundir os conceitos de lucratividade e rentabilidade. À primeira vista, de fato, parece se tratar de uma mesma coisa. Mas há diferenças.

A confusão costuma acontecer porque, sim, lucratividade e rentabilidade são conceitos bem próximos. Ocorre que um é utilizado mais em relação aos investimentos, enquanto o outro tem emprego maior nos negócios.

 

Leia também: Risco e Retorno: importância para os seus investimentos

 

O que é lucratividade?

Também conhecida como “lucro líquido”, a lucratividade é o ganho excedente resultante de uma atividade econômica, que é calculado depois de tudo ser vendido e serem descontadas, por exemplo, todas as despesas com custos de produção, tributos e taxas.

 

O que é rentabilidade?

Por sua vez, a rentabilidade nada mais é do que a capacidade de produzir um rendimento, o qual geralmente é representado pelo percentual sobre o que foi investido. Assim, ela é o resultado ou retorno obtido a partir de um valor investido.

 

Leia também: É possível proteger seu dinheiro dos riscos de mercado

 

Lucratividade e Rentabilidade: pilares importantes

A lucratividade e a rentabilidade são dois dos principais pilares dos investimentos, juntamente com a segurança. Entre estes fatores, sempre haverá algum que se destacará em relação aos outros, considerando-se o grau de risco. Veja exemplos:

 

  • Quanto maior a rentabilidade, maior o risco e menor será a liquidez e a segurança;
  • Quanto maior a segurança e a liquidez, menor será a rentabilidade;
  • Já a lucratividade deve ser levada em conta nos investimentos quando há a intenção de investir em renda variável (ações de empresas).

 

Pretende investir? Conte com a Greencred!

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Há mais de duas décadas nos especializamos para oferecer soluções financeiras, produtos e serviços voltados a diversos perfis de cooperados.

 

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Os riscos de mercado são as inúmeras ameaças que envolvem o mercado financeiro em um cenário de instabilidade

Se você tem o hábito de investir seus recursos, certamente já deve ter ouvido falar nos sempre temidos riscos de mercado. Neste artigo vamos te dar algumas dicas bem relevantes para proteger o seu dinheiro dessas ameaças.

 

O que são os riscos de mercado?

Entendemos como riscos de mercado as inúmeras ameaças que envolvem o mercado financeiro em um cenário de instabilidade. As sucessivas crises econômicas, recessões e demais volatilidades são bons exemplos nesse sentido.

 

Leia também: Risco x Retorno: importância para os seus investimentos

 

Quais são os principais riscos de mercado?

Entre os principais riscos de mercado que afetam os investimentos, destacamos:

 

 – Riscos Sistemáticos: aqueles que afetam um grande número de investimentos, impactando a economia como um todo e apresentando maior dificuldade de serem superados;

– Riscos Não Sistemáticos: também conhecidos como “Riscos Específicos”, são aqueles que afetam um único investimento ou determinado setor que impacta menos negócios.

 

Como proteger meu dinheiro dos riscos de mercado?

É natural que, diante das volatilidades, você se sinta inseguro para escolher ou manter seus investimentos. Por isso, selecionamos algumas dicas para te ajudar a adotar as decisões mais assertivas mesmo em cenários de instabilidade:

 

  • Não se desespere: evitar que o pânico tome conta das suas ações em momentos de mercado desfavorável é fundamental. Ao invés disso, procure respirar fundo para conseguir pensar nas melhores alternativas para os seus investimentos. Um exemplo: em momentos de instabilidade, talvez seja melhor segurar um pouco os recursos até que os juros voltem a subir;


  • Tenha uma reserva de emergência: há muito que temos falado aqui no blog e nas redes sociais da Greencred sobre a importância da reserva de emergência. Em momentos de volatilidade de mercado, esse tipo de fundo pode ser decisivo para te ajudar a não ficar no completo prejuízo;
  1. Faça um planejamento financeiro: registre todas as suas entradas e saídas de recursos, faça planilhas, não gaste mais do que a sua renda mensal e poupe para o futuro. Cultivar o hábito de controlar suas finanças e mantê-las organizadas é imprescindível para quem não quer ser surpreendido(a) em tempos de volatilidade;

 

  1. Conheça o seu perfil de investidor: o perfil de investidor é uma maneira de avaliar qual é grau de tolerância ao risco, o que ajuda na hora da tomada de decisão. Ao compreendê-lo bem, você consegue filtrar melhor quais são os investimentos que mais fazem sentido para a sua realidade, e onde concentrar os seus recursos.

Leia também: Entenda como funcionam os investimentos em curto prazo

 

Por que escolher a Greencred?

A Greencred é a sua cooperativa de crédito que, ao contrário dos bancos tradicionais, oferece as melhores soluções financeiras com taxas diferenciadas. Dê um grande passo, agora mesmo, rumo ao seu desenvolvimento financeiro: associe-se!

 

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