Posted by & filed under Notícias.

Você muito provavelmente já faz pagamentos pelo celular. Mas pelo WhatsApp, você usuário de Android, já testou a novidade?

Conectado ao Facebook Pay, o WhatsApp Pagamentos ou WhatApp Pay é um sistema que facilita o envio de dinheiro entre seus contatos salvos no celular. Você pode enviar ou receber valores diretamente no aplicativo de mensagens, sem que a conversa seja interrompida.

Como utilizar o WhatsApp Pay

É preciso ter 18 anos para utilizar a ferramenta. Certifique-se de estar usando a versão mais recente do app. Também é necessário cadastrar um cartão de uma das instituições financeiras parceiras. Vale cartão pré-pago, cartão de débito ou cartão múltiplo com função débito.

Em seguida vem a etapa de cadastrar uma forma de pagamento. Isso é feito na aba de configurações ou ajustes do próprio WhatsApp (o nome varia conforme o sistema operacional do aparelho). Selecione a opção “Pagamentos” e siga os passos que aparecerem na tela.

O sistema vai pedir para você criar um PIN de seis dígitos, que serve como senha. Outra opção é usar o reconhecimento por biometria. Em seguida, preencha seu cadastro com nome completo, telefone, CPF e dados do cartão de débito (número, data de validade e CVV).

Após a efetivação do cadastro, você efetua as transações da mesma maneira que fosse enviar uma foto ou um contato da agenda do celular. Muito simples e rápido. As transações são totalmente gratuitas.

O atalho é o símbolo da moeda corrente do país em questão — ou seja, usuários brasileiros devem ver um ícone com “R$”. O botão fica ao lado dos ícones de documento (o clipe de papel) e imagem (a câmera fotográfica), como você pode ver na imagem abaixo.

 

Limite de pagamento

O WhatsApp Pay, assim como as transações bancárias de qualquer banco, estabelece um limite diário e mensal de movimentação. É possível fazer transações de até R$ 1 mil, desde que respeitando o teto de 20 operações por dia. O limite mensal é de R$ 5 mil.

Importante ressaltar que o banco vinculado à conta pode estabelecer outros limites para a utilização da ferramenta.

Segurança

De acordo com o WhatsApp, a ferramenta de pagamentos foi desenvolvida seguindo diversos princípios de segurança e privacidade. Entre eles estão a criptografia, o uso de PIN ou biometria e a verificação dos dados de pagamento junto à operadora do cartão. Além disso, as informações são armazenadas em servidores com diversas camadas de proteção estabelecidas por hardware e software.

Bancos aceitos no WhatsApp Pay

Até o momento, as instituições participantes do WhatsApp Pay são as seguintes:

– Banco do Brasil (cartão Visa);

– Banco Inter (Mastercard);

– Bradesco (Visa);

– Itaú (Mastercard);

– Mercado Pago (Visa);

– Next (Visa);

– Nubank (Mastercard).

Segundo o WhatsApp, a lista pode ser expandida assim que novos bancos e instituições de pagamento aderirem ao sistema.

Já conhecia esta novidade? Fique por dentro de todos os conteúdos da Greencred sobre finanças para que você continue cuidando bem do seu dinheiro.

Outro conteúdo do seu interesse:

Como o PIX mudou a forma de consumir e realizar pagamentos

Posted by & filed under Notícias.

As restrições impostas para conter o avanço do coronavírus afetaram todos os setores, em especial, o econômico

Os empregos formais foram fortemente ameaçados e as taxas de desemprego bateram recordes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram 13,4 milhões de brasileiros desempregados, em 2020.

Entretanto, muitos brasileiros viram na crise e no desemprego uma oportunidade para se reinventarem e empreenderem. De repente, o que antes era apenas um hobby, tornou-se uma oportunidade de negócio e de renda.

De janeiro a setembro do ano passado, o número de microempreendedores individuais (MEIs) no país cresceu 14,8%, na comparação com o mesmo período de 2019, chegando a 10,9 milhões de registros, segundo dados do Portal do Empreendedor, do Governo Federal. Já em dezembro de 2020, as estatísticas apontavam 11.316.853 de MEIs registrados, num crescimento de 13,23%. Em março de 2021, eles já respondiam por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

Mas afinal, o que é ser um empreendedor?

Ser empreendedor significa ser um realizador, que produz novas ideias através da congruência entre criatividade e imaginação.

É possível empreender oferecendo um serviço, desenvolvendo um produto, prestando consultoria, agregando pessoas e empresas (economia colaborativa) ou fazendo investimentos, por exemplo.

Seja qual for o caminho, antes de abrir um negócio, é necessário ter algumas questões em mente:

Estude o mercado

Se você tem receio de investir em determinado tipo de negócio, procure pesquisar bem primeiro.

Busque optar por um negócio que possui um mercado emergente e que ainda tem muito a ser explorado.

Veja se existem cases de sucesso no seu segmento. Caso possua, é um forte indicador de que o seu nicho pode ser escalável e lucrativo.

Defina o modelo de negócios da sua empresa

Escolha aquele que melhor se adapte ao seu negócio, atenda seus clientes e permita que você maximize o seu resultado.

Conheça seus pontos fortes

É mais fácil empreender em uma área que você já possui certo domínio para que não precise começar tudo do zero. Sabe aquele hobby que está adormecido? Quem sabe ele não seja um caminho de oportunidade.

Tenha organização financeira

Você já possui um valor para investir no seu negócio? Quando você pretende ter o retorno desse dinheiro investido de volta? Qual a sua realidade financeira e qual o orçamento disponível para colocar o seu negócio em prática? Você já sabe quanto cobrar pelo seu produto ou serviço, por exemplo? Qual será a margem de lucro? Essas perguntas são fundamentais antes de empreender. Use sempre a boa e velha planilha para registrar todos os números e nortear suas próximas ações.

Planeje

Para não entrar nas estatísticas de empresas que fecham logo no primeiro ano, seja realista e alinhe suas expectativas com um bom planejamento financeiro.

Você teve uma ideia de negócio, definiu os produtos e serviços que pretende oferecer, estabeleceu o público-alvo e até a forma jurídica do empreendimento, mas ainda falta uma parte essencial para criar de fato a sua empresa: o capital.

Todos os tipos de negócios, inclusive e-commerce, precisam de recursos, desde o registro até a compra de produtos, locação de salas comerciais, equipamentos, decoração e despesas variadas.

Por isso, na hora de conseguir um crédito para começar o seu negócio, conte com a Greencred! Conheça nossas soluções em empréstimos: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

A Greencred possui taxas diferenciadas, liberação ágil e processo descomplicado

O empréstimo é visto, na maioria das vezes, como algo negativo. No entanto, a prática é positiva em diversos casos. Tomar dinheiro emprestado com juros mais baixos para promover um crescimento acelerado da empresa, financiar um imóvel e até mesmo para pagar um curso são algumas das possibilidades. Acompanhe no artigo quando o empréstimo é a melhor opção para realizar seus planos:

Investir em educação

O conhecimento move o mundo! Por isso, investir em cursos de capacitação e experiências que agreguem conhecimento são ótimas justificativas para fazer um empréstimo. Afinal, são novas portas que se abrem e novas oportunidades que surgem quando você está preparado e possui um diferencial competitivo.

Avalie os juros e opte pelas taxas mais baixas como as do crédito pessoal.

Reformar a casa

Não há nada melhor do que ter um lar confortável, tranquilo e do jeito que a gente gosta. No entanto, sabemos que os materiais de construção estão cada vez mais caros e por esta razão, a tão sonhada reforma acaba ficando acima do orçamento. Neste caso, recorrer ao crédito pode ser uma excelente alternativa.

Comprar a casa própria

Sabemos que comprar a casa ou apartamento à vista é sempre o melhor caminho para quem não quer mais viver de aluguel. No entanto, a maioria não tem esse dinheiro todo à disposição e, portanto, o financiamento geralmente é a única opção.

Deste modo é importante buscar um empréstimo ou financiamento que esteja de acordo com sua a realidade financeira.

Neste caso, saiba sempre avaliar o CET (Custo Efetivo Total) do contrato do empréstimo. É neste documento que consta todos os encargos da operação, além dos juros.

Investir no crescimento da empresa

Muitas empresas acabam esbarrando na questão financeira na hora de expandir o negócio. Por isso, pensar em investir no crescimento é fundamental para sair na frente da concorrência e conquistar seu lugar no mercado. Neste caso, a opção do empréstimo é uma ótima estratégia.

Fazer uma viagem dos sonhos

Conhecer outras culturas e viver uma experiência memorável está na lista de sonhos da maioria das pessoas.

Só que os custos com passagens, hospedagens e passeios, tornam esse desejo um investimento difícil de viabilizar sem uma ajuda financeira.

Por isso, ao optar por linhas de crédito para realizar a tão sonhada viagem, procure não comprometer mais de 30% do seu orçamento. Assim, você garante a quitação do empréstimo e pode planejar seu próximo destino.

Viu só como o empréstimo ajuda você a realizar planos? Por isso, não perca mais tempo para viver o melhor da vida! A Greencred possui taxas diferenciadas, liberação ágil e processo descomplicado.

Entre em contato conosco e conheça nossas linhas de crédito: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

Entenda por que hábitos financeiros saudáveis contribuem para uma vida tranquila

As finanças causam estresse e refletem na vida familiar de 58,4% dos brasileiros, segundo o Índice de Saúde Financeira do Brasileiro. O indicador, lançado em julho, faz parte de uma iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com o Banco Central.

Tranquilidade financeira é um sonho para a maioria das pessoas. Poder viajar, curtir a família, ter condições financeiras de contornar uma emergência e um futuro com menos preocupação, no entanto, exige planejamento financeiro.

Por isso, é fundamental compreender a importância da organização das finanças pessoais, a fim de facilitar a gestão do nosso dinheiro, contribuindo, assim, para uma vida mais tranquila.

Continue a leitura e fique por dentro das dicas e informações que trouxemos a seguir!

Alcançar objetivos

O ditado “o dinheiro não compra felicidade” pode até não estar cem por cento correto, mas ele ajuda a alcançar os objetivos e transformar sonhos em realidade!

Isso porque o dinheiro está presente em quase todas as coisas que nos dão prazer e nos permite ter uma vida mais confortável.

Deste modo, é necessário planejamento. Para se alcançar as metas pessoais é preciso controlar as despesas, fazer investimentos ou poupar uma certa quantia mensalmente.

Adeus ao endividamento

Descontrole nas compras, gastar mais do que ganha e outros maus hábitos, acabam levando a consequências sérias, como o superendividamento.

Entretanto, quando se tem controle e organização financeira, essa realidade é algo muito distante ou quase inexistente.

Isso porque o acompanhamento frequente das finanças evita compras por impulso, sem necessidade, ou ainda pior, evita que você acabe gastando o valor de um outro compromisso realmente importante e aí seu nome fica inadimplente.

Nome limpo

Falando nisso, organização financeira é sinônimo de nome limpo! E não há nada melhor do que ter um CPF sem restrições.

É claro que ninguém está imune ao nome negativado. Mas, ao adotar hábitos de inteligência financeira, você consegue se organizar para ter uma reserva quando emergências surgirem.

Com isso, você evita problemas no orçamento, garante o pagamento das contas e conserva o nome limpo.

Qualidade de vida

Como mencionamos no início deste artigo, ter uma boa saúde financeira garante mais qualidade de vida.

Quando não se tem preocupação com dinheiro a vida se torna melhor e mais tranquila.

Ter tranquilidade financeira significa ter uma reserva suficiente para cobrir um imprevisto e não precisar se preocupar com contas emergentes.

Outro aspecto importante é que esta prática permite que a sua vida seja mais prazerosa, ao invés de só trabalhar para pagar contas.

É possível mudar as atitudes e melhorar os hábitos financeiros para ter uma vida mais equilibrada, feliz e tranquila!

Conheça nossas soluções em renda fixa e entre em contato: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

Descubra as inúmeras vantagens que o serviço de correspondente bancário oferece

 

De acordo com a definição do Banco Central, correspondente bancário é a “empresa contratada por instituições financeiras e demais instituições autorizadas pelo Banco Central para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários dessas instituições.”

Em outras palavras é uma empresa não bancária (pessoa jurídica) responsável por mediar instituições financeiras e clientes. Essas empresas realizam operações de crédito e outros serviços, em nome de um banco, e podem estar conveniadas a mais de uma companhia, como é o caso da Greencred.

O principal objetivo deste “modelo” é levar serviços bancários à maior parte da população, estender a lugares onde não há agência dos principais bancos, por exemplo. No caso da pandemia do coronavírus, o correspondente bancário tornou-se um grande aliado aos cooperados, uma vez que não é necessário enfrentar filas e exposição em agências bancárias tradicionais, sendo possível acelerar o atendimento ao cliente e facilitar o acesso ao crédito.

Atribuições de um correspondente bancário

Segundo ainda a regulamentação do Banco Central, essas instituições podem realizar serviços financeiros variados, como:

  • Recebimentos e pagamentos de contas de qualquer natureza;
  • Recepção e encaminhamento de propostas de abertura de contas de depósitos à vista e a prazo;
  • Coleta de informações cadastrais e análise de crédito;
  • Serviços de cobranças;
  • Ordens de pagamento;
  • Solicitação de empréstimos pessoais, empresariais e financiamentos;
  • Solicitação de cartão de crédito e débito para trabalhadores e aposentados;
  • Realização de recebimentos, pagamentos e transferências eletrônicas visando à movimentação de contas de depósitos de titularidade de clientes mantidas pela instituição contratante;
  • Aplicação e resgate em fundo de investimento;
  • Realização de operações de câmbio de responsabilidade da instituição contratante.

Como vimos, o correspondente bancário facilita o acesso a inúmeras operações, sem que o cooperado precise se deslocar até uma agência. Assim, ganha tempo, pode continuar no conforto do seu lar e não corre perigo na rua ou de saúde (Covid-19).

Venha fazer parte de uma cooperativa que realmente se importa com seus cooperados e oferece agilidade, conforto e segurança!

Conheça nossas soluções e entre em contato: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

Um mundo mais conectado e mais remoto, acelerado com o advento da pandemia do coronavírus, trouxe consigo uma série de reinvenções para acompanhar este novo ritmo. E no que se refere à indústria de consumo e pagamento, novas plataformas como o Pix, vieram para facilitar o dia a dia dos brasileiros, tanto dos consumidores quanto dos estabelecimentos!

Lançado oficialmente em novembro de 2020, o Pix surgiu como uma nova forma de realizar pagamentos e operações bancárias.

Sua proposta é ser um meio de pagamento mais seguro, competitivo e rápido.

Segundo o Banco Central, três meses após o lançamento, o Pix já acumulava 200 milhões de transações mensais – e a expectativa é que esse número aumente.

Vantagens

A agilidade e segurança estão entre os principais benefícios do novo sistema. Mas as vantagens vão muito além. Vale lembrar que o Pix permite pagar em estabelecimentos comerciais sem a necessidade de usar dinheiro em espécie e cartão de crédito ou débito, por exemplo. Além disso, não é necessário usar maquininha. Deste modo, as lojas que oferecem o Pix conseguem vender mais, simplesmente porque contam com uma forma de pagamento fluída, fácil de usar e inclusiva. Confira outros benefícios que modalidade proporciona:

Isenção e redução de custos

Os pagamentos feitos por meio do Pix não têm custo algum para as pessoas físicas. O valor para pessoas jurídicas, no entanto, é de R$ 0,01 para cada dez transações, enquanto cada TED custa R$ 0,07 a cada transação.

Economia e agilidade

Hoje, quando um cliente faz uma compra com boleto no e-commerce, o varejista precisa separar o produto, aguardar a confirmação do pagamento, dar baixa no estoque e fazer o envio, se a transação for aprovada. Se não for, o produto é levado de volta ao estoque, e existe um custo nessa gestão. Com o Pix esse custo é eliminado.

Disponibilidade

Uma das maiores dificuldades de quem dependia de DOCs, TEDs e boletos era a disponibilidade, horários e dias limitados e demora para compensação. Com o Pix, é possível efetuar pagamentos a qualquer hora do dia (até de madrugada), todos os dias da semana (incluindo finais de semana e feriados) e ter a quantia compensada no mesmo instante.

Somente com o celular

O Pix é realizado dentro do aplicativo do banco ou instituição financeira de cada um. Existem três formas de usar o Pix: QR Code, Chaves Pix e dados pessoais.

Mais controle

Para quem tem empresa e for usar o Pix, o controle do fluxo de caixa e o recolhimento dos tributos também se tornaram mais fáceis, já que tudo é registrado de forma digital. O controle também é melhor para pessoas físicas, já que, com um sistema unificado, torna- se mais fácil visualizar as movimentações.

Segurança

As transações feitas via Pix contam com as mesmas medidas de segurança das transações via TED e DOC – como forma de autenticação e criptografia. Em relação às informações pessoais dos usuários, de acordo com o Banco Central, todas elas são protegidas pelo sigilo bancário, estabelecido na Lei Complementar número 105, e também pela Lei Geral de Proteção de Dados.

Sem burocracia

Nos pagamentos instantâneos não existem intermediários (bancos e instituições financeiras): o valor das transferências sai direto da conta de quem está pagando para a conta do recebedor.

Pix na Greencred

Todo cooperado pessoa física que possui cartão de crédito e conta corrente na Greencred tem condições de cadastrar sua chave Pix.

Apoiado na tecnologia e pensado para um mundo cada vez mais imediato, o Pix é uma solução rápida, segura e de baixo custo para seus usuários e veio para mudar a forma de consumir e realizar pagamentos.

Conheça também outras soluções da Greencred e entre em contato: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

Conheça as linhas orientadoras através das quais as cooperativas levam à prática os seus valores

O cooperativismo é um caminho que mostra que é possível unir desenvolvimento econômico e desenvolvimento social, produtividade e sustentabilidade, o individual e o coletivo.

Mais que um modelo de negócios, o cooperativismo é uma filosofia de vida que busca transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.

Atualmente, existem 2,6 milhões de cooperativas no mundo, gerando 250 milhões de empregos.

O cooperativismo tem um jeito único de trabalhar, não por acaso, apesar da pandemia, o cooperativismo de crédito cresce no país, conforme o estudo “Crescimento das cooperativas de crédito”, do Relatório de Economia Bancária do Banco Central. O levantamento apontou que o setor do cooperativismo aumentou a participação no Sistema Financeiro Nacional e o número de associados já chega a 11,9 milhões.

Os números são reflexos deste modelo de negócios, para o qual o que tem mais valor são as pessoas e quem dita as regras é o grupo. Assim, todos constroem e ganham juntos.

Outro grande diferencial das cooperativas são os valores e princípios que carregam consigo. Para guiar os cooperativistas ao redor de todo o mundo, foram estabelecidos os sete princípios do cooperativismo. São os mesmos desde que foi fundada a primeira cooperativa da história, em 1844.

Conheça cada um deles:

  1.   ADESÃO VOLUNTÁRIA E LIVRE

As cooperativas são abertas para todas as pessoas que queiram participar, estejam alinhadas ao seu objetivo econômico, e dispostas a assumir suas responsabilidades como membro. Não existe qualquer discriminação por sexo, raça, classe, crença ou ideologia.

  1.   GESTÃO DEMOCRÁTICA

As cooperativas são organizações democráticas controladas por todos os seus membros, que participam ativamente na formulação de suas políticas e na tomada de decisões. E os representantes oficiais são eleitos por todo o grupo.

  1.   PARTICIPAÇÃO ECONÔMICA DOS MEMBROS

Em uma cooperativa, os membros contribuem equitativamente para o capital da organização. Parte do montante é, normalmente, propriedade comum da cooperativa e os membros recebem remuneração limitada ao capital integralizado, quando há. Os excedentes da cooperativa podem ser destinados às seguintes finalidades: benefícios aos membros, apoio a outras atividades aprovadas pelos cooperados ou para o desenvolvimento da própria cooperativa. Tudo sempre decidido democraticamente.

  1.   AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA

As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas por seus membros, e nada deve mudar isso. Se uma cooperativa firmar acordos com outras organizações, públicas ou privadas, deve fazer em condições de assegurar o controle democrático pelos membros e a sua autonomia.

  1.   EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO

Ser cooperativista é se comprometer com o futuro dos cooperados, do movimento e das comunidades. As cooperativas promovem a educação e a formação para que seus membros e trabalhadores possam contribuir para o desenvolvimento dos negócios e, consequentemente, dos lugares onde estão presentes. Além disso, oferece informações para o público em geral, especialmente jovens, sobre a natureza e vantagens do cooperativismo.

  1.   INTERCOOPERAÇÃO

Cooperativismo é trabalhar em conjunto. É assim, atuando juntas, que as cooperativas dão mais força ao movimento e servem de forma mais eficaz aos cooperados. Sejam unidas em estruturas locais, regionais, nacionais ou até mesmo internacionais, o objetivo é sempre se juntar em torno de um bem comum.

  1.   INTERESSE PELA COMUNIDADE

Contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades é algo natural ao cooperativismo. As cooperativas fazem isso por meio de políticas aprovadas pelos membros.

É possível perceber, portanto, que esse conjunto de elementos, por invocarem pureza e justiça em seus mais amplos significados, eleva o movimento cooperativista e o legitima como referência organizacional ao redor do mundo.

E você? Quer fazer parte deste movimento com a gente? A Greencred está de portas abertas para te receber.

Conheça todas as nossas soluções: (41) 3304-1100 | (41) 3077-2100 | www.greencred.com.br.

 

Posted by & filed under Notícias.

As penalidades da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começaram a ser aplicadas a partir de 1º de agosto. As sanções vão desde advertências simples até multas de 50 milhões de reais para órgãos públicos e empresas físicas ou virtuais que descumprirem as normas de proteção de dados pessoais.

Para esclarecer as principais implicações, bem como orientar cooperados sobre os requisitos para se adequar à LGPD, a Greencred realizou, no dia 11 de agosto, a palestra online “O que você precisa saber para se adequar à LGPD”, que contou com a participação de duas especialistas no assunto: Fabíola Gasparoto Garcia, advogada, mediadora judicial e empresária e Rosiane Follador Rocha Egg, advogada e mestre em educação e cooperada da Greencred.

A palestra é mais uma iniciativa da Greencred para oferecer informação de qualidade aos cooperados.

O que é afinal a LGPD?

Rosiane iniciou a palestra explicando o porquê das pessoas jurídicas (incluindo clínicas, consultórios, hospitais), se atentar à LGPD.

“A LGPD foi promulgada em 2018 e entrou em vigor em 2020. As sanções passaram a ser aplicadas em 1º de agosto pelos órgãos competentes. Por isso, se faz necessária a conscientização para a tomada de decisões dentro dos estabelecimentos”, ressaltou Rosiane.

Antes não havia punição?

Não. Haviam instrumentos legais como o Código Civil e Código de Defesa do Consumidor. Segundo Rosiane, as práticas abusivas nas leis de consumo começaram a se destacar a partir de 1990. “Com o advento da internet, essas relações mudaram. Compras online, consultas médicas virtuais, pagamentos via Pix. E aí vem o questionamento: onde estão os meus dados?”

Neste sentido, foi preciso a preservação dos dados pessoais. E a lei fala dos dados pessoais sensíveis, que são aqueles como data de nascimento, dados genéticos e biométricos, dados bancários, entre outros, ligados à dignidade da pessoa. No âmbito da saúde, por exemplo, o medicamento é um dado muito sensível, na medida que expõe o paciente, seu histórico médico, exemplificou a palestrante.

Finalidade da coleta de dados

A principal finalidade é a transparência do porquê se está coletando esses dados. Rosiane chamou este cenário de “mercado agressivo”, onde, por meios de formulários na internet, de promoções, etc, você tem acesso a todos os dados das pessoas. Por isso, as empresas devem estar atentas para evitar o vazamento de dados e evitar punições.

Titulares dos dados

Cada dado tem seu dono. Assim, colaboradores das empresas devem passar pelo mesmo rigor da proteção de dados como os clientes, o que chamamos de “Gestão de boas práticas”.

Fundamentos

Proteger dados é respeitar o direito de privacidade. E a LGPD faz muita referência na questão do consumidor, a questão da dignidade.

Sanções

Os agentes de tratamento ficam suscetíveis às sanções https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistrativas em caso de descumprimento das normas. A lei vem se moldando conforme as demandas da sociedade. Vão desde advertência, até a mais grave, que seria a suspensão parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.

“Desse modo, é necessário ressaltar que a adequação à LGPD é tão importante, uma vez que ela vai olhar se a empresa adotou as providências necessárias, adotou as políticas de boas práticas, deu pronta atenção às medidas corretivas”, pontuou a advogada.

Em suma, Rosiane frisou que é necessário normatizar as condutas, harmonizar as relações entre fornecedor e consumidor, mas acima de tudo, dar maior segurança ao consumidor e também para as empresas e prestadores de serviços, priorizando a transparência.

No segundo momento, Fabíola iniciou sua explanação ressaltando que a maior parte de vazamentos de dados e segurança acontece de maneira virtual.

Deste modo, ela ressalta que a melhor maneira de evitar isso é criando boas práticas e normativas com as pessoas, ou seja, colaborador, processos e tecnologia –  os 3 pilares da LGPD.

Fabíola também trouxe alguns conceitos dentro do tema da LGPD. Conceitos estes, que têm se tornado comuns no dia a dia das organizações que precisam se adequar à nova lei.

Minimizar os riscos

Talvez este seja um ponto de início para as empresas que desejam se adequar à LGPD. “Após o mapeamento a empresa já identifica as adequações necessárias. Lembrando que para que haja efetividade, é necessário que todas as áreas estejam envolvidas. Treinamentos de gestores, revisões de contratos, segurança tecnológica, armazenamento pelo setor de recursos humanos, marketing que cuide da imagem e informações da empresa”, explicou Fabíola.

A palestrante chama a atenção para não “desvirtuar” o uso dos dados pessoais dos clientes, da finalidade para a qual ela foi designada. “A exemplo de um médico: o uso dos dados do paciente deve ser apenas para o uso da consulta, exames, etc. Caso ele queira utilizar para outro fim será necessário o consentimento do titular”.

No âmbito da saúde, salientou Fabíola, “a LGPD ampliou as hipóteses relacionadas à comunicação e ao compartilhamento dos dados, abrangendo os que estão relacionados à assistência farmacêutica, serviços auxiliares de diagnose e terapia, vedou a utilização dos dados pelas operadoras de planos de saúde, com a finalidade de seleção de riscos ou contratação e exclusão de beneficiários, para permitir a portabilidade de dados quando for solicitada pelo titular, para permitir transações financeiras e https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistrativas resultantes das operações de prestação de serviços da saúde”.

Afinal, como proteger os dados?

Segundo as palestrantes, o primeiro passo é repensar de que forma esses dados estão sendo tratados. Como estão sendo armazenados? Estão seguros? Como estão os acessos? Todos esses processos precisam ser analisados a fim de adotar as boas práticas de adequação à LGPD e deste modo, evitar punições.

Quer saber mais como foi a palestra?

Clique aqui e assista ao vídeo na íntegra

Posted by & filed under Destaque.

Ela é uma presença quase constante nos noticiários de economia. A Selic ou Taxa Selic, é a taxa básica de juros da economia brasileira.

Sua alteração, alta ou baixa, tem influência direta nas demais taxas de juros do Brasil, como as cobradas em empréstimos, financiamentos e até de retorno em aplicações financeiras.

A Taxa Selic foi criada em 1979, período em que a economia brasileira enfrentava um cenário de hiperinflação. Deste modo, o objetivo foi ser uma ferramenta de controle da inflação: qualquer mudança que o Banco Central do Brasil fizer na taxa resultará em uma alta ou queda da inflação.

Assim, o Banco Central tem como objetivo:

Aumento da Selic: desacelerar a economia, impedindo a inflação de ficar muito alta;

Baixa da Selic: estimular o consumo e aquecer a economia, aumentando a inflação quando ela está abaixo da meta.

Em junho, a Selic apresentou uma alta, de 3,5% para 4,25% ao ano – a terceira alta consecutiva de 0,75 pontos percentuais.

Isso significa que em uma economia mais aquecida, as pessoas compram mais e acabam ajudando a aumentar os preços. Isso está acontecendo no mundo e preocupa consumidores e o mercado. Para controlar a inflação, o BC eleva a taxa básica de juros. Com esse avanço na Selic, o crédito encarece. No entanto, circula menos dinheiro e os preços são contidos.

  1. Renda fixa

O efeito mais imediato de uma alteração na Selic ocorre sobre os investimentos de renda fixa.

A grande maioria dos ativos privados de renda fixa, como fundos de investimento, CDBs, LCIs e LCAs, têm sua remuneração afetada no caso de mudanças na taxa Selic. Isso significa que quando a taxa Selic diminui, o CDI também fica mais baixo.

Se a taxa Selic for muito maior que o CDI, os bancos podem preferir emprestar dinheiro ao governo, e não a outros bancos, já que assim terão uma rentabilidade maior;

Por outro lado, se a Taxa CDI estiver muito acima da taxa Selic, a remuneração dos títulos que usam essa taxa sobe, o que também não é interessante para os bancos.

  1. Renda variável

No caso da renda variável, a influência da Selic é menos imediata e mais ligada à especulação.

Por exemplo, uma alta da Selic pode incentivar investidores mais conservadores a tirar dinheiro da bolsa e aplicar em títulos públicos, atraídos pelos juros mais altos e menor risco.

Do contrário, os cortes na taxa Selic podem estimular investidores de perfil moderado ou arrojado a assumir os riscos da renda variável e migrar para a bolsa de valores.

  1. IPCA

O IPCA é o índice que aponta a inflação do país. Ele indica se houve variação nos preços de uma série de categorias de bens e serviços importantes no dia a dia das pessoas, como vestuário, alimentação, transporte, saúde, despesas pessoais, educação e comunicação.  Qualquer mudança feita na taxa Selic afetará o resultado do IPCA.

Deste modo, aumentar a Taxa Selic ou mantê-la estável é uma maneira de conter o aumento do IPCA.

  1. Créditos

Quando a Selic sobe, os juros de empréstimos, financiamentos, parcelamentos, tudo isso tende a subir também. Deste modo, o crédito fica mais caro e menos acessível às pessoas.

Resumindo

Com a alta da Taxa Selic:

Os preços tendem a baixar ou ficar estáveis, como uma consequência do controle da inflação;

Os juros de crédito, parcelamento e cheque especial ficam mais altos;

Os rendimentos de investimentos em Renda Fixa ou títulos públicos indexados à Selic aumentam.

 

A Greencred oferece as melhores taxas e condições do mercado.

Conheça nossas soluções e entre em contato: (41) 3304-1100 ou (41) 3077-2100.

Posted by & filed under Notícias.

O cooperativismo está pautado em objetivos que envolvem processos produtivos e geração de serviços, tendo como ponto de partida o fortalecimento econômico dos cooperados, a inclusão social, a formalização de atividades informais e o acesso a mercados.

Além disso, as cooperativas nascem para serem autossustentáveis. Na prática, o desenvolvimento sustentável é percebido nas cooperativas de forma objetiva.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), as cooperativas contribuem para economias e sociedades mais inclusivas, além de ajudarem na execução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Segundo dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro, há mais de 15 milhões de cooperados reunidos em 5.314 cooperativas, com a geração de 427.576 empregos diretos.

Em 2019, somente o ramo Agropecuário somou 1.223 cooperativas, com mais de 992 mil cooperados, gerando 207 mil empregos.

Mesmo diante dos novos desafios impostos pela atualidade, o cooperativismo continua sendo essencial para o desenvolvimento e crescimento do Brasil. Todos os dias as cooperativas reforçam a relevância do modelo de negócios que “busca transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos”.

A ONU considera o cooperativismo uma ferramenta essencial para construir uma sociedade mais justa e sustentável. “Onde uma cooperativa se instala, ali são disseminados os valores desse modelo de negócio e, o resultado disso é o fortalecimento dos direitos humanos em todos os níveis”, afirmou Niky Fabiancic, coordenador-residente do Sistema Nações Unidas no Brasil e representante-residente do PNUD.

Conceitos únicos

O cooperativismo existe através do compartilhamento de ideias e ideais. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), define que “ser cooperativista é acreditar que ninguém perde quando todo mundo ganha, é buscar benefícios próprios enquanto contribui para o todo, é se basear em valores de solidariedade, responsabilidade, democracia e igualdade”.

Assim, o cooperativismo está pautado nos seguintes princípios:

Cooperação: O cooperativismo substitui a relação emprego-salário pela relação trabalho-renda. Em uma cooperativa, o que tem mais valor são as pessoas e quem dita as regras é o grupo. Todos constroem e ganham juntos.

Transformação: Ser cooperativista é querer impactar não só a própria realidade, mas também a da comunidade e a do mundo. É espalhar sonhos e mostrar que é possível alcançá-los sem deixar ninguém para trás.

Equilíbrio: Ser cooperativista é acreditar que é possível colocar do mesmo lado o que à primeira vista parece ser oposto: o econômico e o social, o individual e o coletivo, a produtividade e a sustentabilidade.

 

Com valores tão particulares, ser um cooperado vai além de um conceito, é uma filosofia de vida para a prosperar em conjunto.

Seja você também um cooperado Greencred!

Conheça todas as nossas soluções: (41) 3304-1100 | (41) 3077-2100 | greencred@greencred.com.br.

 

Outras leituras recomendadas

Apesar da pandemia, cooperativismo de crédito cresce no país

10 motivos para se tornar um cooperado Greencred