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As cooperativas de crédito, como a Greencred, oferecem uma série de benefícios para os seus associados, em comparação com os bancos tradicionais. No entanto, algumas pessoas ainda têm dúvidas sobre como essas instituições operam, de fato. Nesse sentido, a segurança dos recursos investidos é uma das principais questões. É aí que entra o FGCOOP (Fundo Garantidor do Cooperativismo Crédito).

 

O que é o FGCOOP?

O Fundo Garantidor do Cooperativismo Crédito nasceu em um contexto de crescimento e estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Em 2012, a Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil (BCB)  definiu, como um dos temas prioritários em relação ao cooperativismo financeiro, a elaboração de proposta de regulamentação de um fundo garantidor para o segmento, estabelecendo algumas premissas e orientações para a sua constituição:

 

I – abrangência nacional;

II – objetivo de garantir créditos e de realizar operações de assistência e de suporte financeiro com as instituições associadas, inclusive para apoiar a reorganização societária, o saneamento e a recuperação dessas instituições;

III – ser entidade independente, com fins específicos, constituída pelo segmento cooperativista financeiro;

IV – gestão profissional, com https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistradores desvinculados das instituições associadas;

V – adesão compulsória das instituições financeiras cooperativas singulares captadoras de depósitos;

VI – fixação, pelo CMN, das regras mínimas a serem observadas; e

VII – estatuto e regulamento definidos pelo segmento e submetidos à aprovação do CMN.

 

Leia também: É seguro investir em uma cooperativa de crédito?

 

Quando o FGCOOP foi instituído oficialmente?

O anúncio da criação do FGCoop foi feito pelo então Presidente do BCB, Alexandre Tombini, durante o V Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, realizado em Fortaleza, no início de novembro de 2013.

Os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal do FGCoop tiveram sua eleição aprovada pela Diretoria Colegiada do BCB em 12 de fevereiro de 2014, mesma data de arquivamento dos atos constitutivos no cartório de registro de títulos e documentos de Brasília.

Em 13 de março de 2014, o BCB aprovou a eleição do Diretor-Executivo. Obtido o CNPJ em 1º de abril de 2014, o FGCoop pôde iniciar atividades em 10 de abril de 2014.?

 

Qual é o objetivo do FGCOOP?

Proteger os depositantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo nos limites da regulamentação, contribuindo? para sua solidez, perenidade e imagem. Este é o principal objetivo do FGCOOP.

Desse modo, o FGCoop existe para proteger as pessoas que depositam seu dinheiro e sua confiança em uma cooperativa de crédito ou banco cooperativo. Proteger os depositantes significa garantir os instrumentos financeiros, como depósitos à vista e a prazo de pessoas físicas e jurídicas, poupança, LCA e outros previstos nos normativos vigentes, de associados das cooperativas de crédito e clientes dos bancos cooperativos em caso de decretação de intervenção ou liquidação extrajudicial dessas organizações.

Leia também: 7 vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito

 

Qual é o limite de valor garantido pelo FGCOOP?

Os limites de regulamentação do FGCOOP estabelecem a garantia de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e os tipos de depósito e letras assegurados. Eles estão previstos no Anexo II da Resolução nº 4.284/2013 do Fundo.

 

Quais são os valores de integridade defendidos pelo FGCOOP?

 

  1. Transparência;
  2. Equidade;
  3. Proatividade;
  4. Cooperação;
  5. Comprometimento;
  6. Excelência.

 

A Greencred é uma cooperativa de crédito associada do FGCOOP?

Sim! Os cooperados Greencred, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, contam com a segurança oferecida pelo FGCOOP.

A Greencred é a sua cooperativa de crédito e, por isso, trazemos informações úteis sobre economia e finanças para que você possa realizar suas escolhas de forma assertiva. Para conhecer as opções de investimento disponíveis, acesse https://greencred.com.br/solucoes/

 

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Se você tem interesse em adquirir conhecimento na área das finanças, os livros sobre educação financeira podem ser grandes aliados. Isso porque as inúmeras obras dedicadas a esse tipo de temática costumam agregar uma série de conceitos, exemplos e dicas relevantes.

O tema é de extrema importância, uma vez que a educação financeira é essencial para que as pessoas saibam lidar com os diversos aspectos das finanças, um tipo de conhecimento que, infelizmente, não costuma ser transmitido desde à escola, o que faz com que muitos adultos venham a desconhecer assuntos relacionados à taxa de juros, inflação, investimentos, entre outros.

Leia também: Por que a Greencred é uma ótima opção para os seus investimentos?

 

O que é educação financeira?

Antes de trazermos a sugestão de livros sobre educação financeira, vamos à definição deste próprio conceito. De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a educação financeira é:

“O processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram a sua compreensão em relação aos conceitos e produtos financeiros, de maneira que, com informação, formação e orientação, possam desenvolver os valores e as competências necessários para se tornarem mais conscientes das oportunidades e riscos neles envolvidos e, então, poderem fazer escolhas bem informadas, saber onde procurar ajuda e adotar outras ações que melhorem o seu bem-estar.”

Desse modo, a educação financeira pode contribuir, consistentemente, para a formação de indivíduos e sociedades mais responsáveis e comprometidos com o futuro.

 

5 livros sobre educação financeira que você precisa conhecer

  • Pai Rico, Pai Pobre (Robert Kiyosaki)

Uma das obras mais conceituadas no mundo das finanças pessoais, esta obra questiona se, de fato, as escolas preparam as crianças para o mundo real. De acordo com o autor, os pais precisam, desde cedo, incentivar a inteligência financeira dos filhos, pois os jovens chegam muitas vezes à idade adulta sem saber como lidar com o dinheiro, o que revela uma ausência de aprendizado sobre investimentos, juros e demais temas relacionados. O livro traz lições nesse sentido.

 

  • Como Organizar Sua Vida Financeira (Gustavo Cerbasi)

Como traçar um diagnóstico da sua situação financeira, levando-se em consideração informações como faixa etária, valor acumulado das dívidas e despesas fixas? Este é apenas um dos temas propostos por Gustavo Cerbasi, um dos especialistas mais respeitados do Brasil na área das finanças pessoais. A obra demonstra que, uma vez conhecida sua própria realidade, você passa a contar com os elementos necessários para obter a tão almejada independência financeira. O uso responsável do cartão de crédito e as nuances do Imposto de Renda são outros assuntos abordados no livro.

  •  A Marca da Vitória (Phil Knight)

A obra é uma interessante autobiografia do criador da Nike, uma das marcas mais poderosas do mundo, Phil Knight. Por meio dela, o autor narra como foi dar o pontapé inicial da empresa com os US$ 50 (isso mesmo que você acabou de ler) emprestados pelo pai. Knight ainda relata os riscos que enfrentou, da concorrência acirrada e até de alguns golpes de sorte que o ajudaram a obter sucesso nos negócios. O livro é ainda mais indicado para aqueles que desejam empreender ou que já são empreendedores.

Leia também: Renda Fixa e Renda Variável: quais as diferenças? 

 

  • Me Poupe! (Nathalia Arcuri)

Embora às vezes pareça impossível, ainda mais em tempos de recessão econômica em nível mundial, é possível, sim, poupar dinheiro – mesmo quando o salário é baixo. Esta é uma das lições do livro de Nathalia Arcuri, influenciadora digital que conta com um dos maiores canais de finanças na plataforma de vídeos YouTube. A autora, que se tornou milionária aos 32 anos, compartilha dicas para que você consiga identificar as melhores possibilidades de investimento.

 

  • Do Mil ao Milhão. Sem Cortar o Cafezinho (Thiago Nigro)

Neste livro, o criador da plataforma “O Primo Rico”, Thiago Nigro, defende aqueles que, segundo ele, são os três pilares para uma vida mais confortável: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. Por meio de dados e de sua própria experiência como investidor e assessor, Nigro mostra que a riqueza é possível para todos – basta estar disposto a aprender e se dedicar.

Gostou das nossas dicas? Esperamos que este conteúdo tenha sido útil para você se aprofundar mais nas noções de educação financeira. A Greencred é a sua cooperativa de crédito. Seja um cooperado Greencred e saiba como garantir o seu desenvolvimento financeiro com segurança, rentabilidade e controle do seu patrimônio.

 

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Lidar com a inflação no orçamento de casa tem sido um verdadeiro desafio para a população brasileira nos últimos anos. Em junho de 2022, por exemplo, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) avançou 0,47% em comparação com maio, reforçando o índice acima de dois dígitos no acumulado de 12 meses que o país registra atualmente (12,13%), segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Estes números significam que os produtos e serviços estão mais caros, o que compromete o orçamento de quem continua ganhando o mesmo salário de sempre. A realidade da economia brasileira, que já enfrentava recessão, foi agravada a partir de março de 2020, com a pandemia da Covid-19 e, mais recentemente, com a guerra entre Rússia e Ucrânia, fatores estes que exercem influência sobre os preços dos alimentos e combustíveis, apenas para citar alguns exemplos.

A questão é que apesar deste cenário pouco animador, as pessoas precisam continuar se alimentando, utilizando meios de transporte para se deslocar, pagando aluguel ou honrando outros tipos de compromissos. Ou seja, a conta no final do mês precisa fechar.

Leia também: 4 dicas para quem tem dificuldade de guardar dinheiro

 

Entenda como funciona o IPCA

Primeiramente, é muito importante compreender o funcionamento do IPCA, uma vez que ele representa a inflação oficial do país. Em suma, o IBGE compara, mensalmente, 430 mil preços em 30 mil pontos de venda. Feito isso, a variação para cima indica quais produtos inflacionaram.

Outro indicador relevante que nem todos conhecem é o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que é utilizado para calcular o valor de aluguéis, além de outras despesas. Compilado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), o IGP-M leva em conta os preços praticados em áreas como construção civil, habitação e educação.

 

Inflação no orçamento de casa: como se proteger?

A boa notícia é que, apesar dos inúmeros desafios, há formas de se proteger da sempre temida inflação, inclusive no que diz respeito ao orçamento de casa. Com o objetivo de ajudar a superar alguns obstáculos muito comuns, listamos algumas dicas importantes que podem ser bem úteis:

  • Planeje suas finanças

Você tem planejado suas finanças? O controle do que entra e sai de recursos na sua casa não pode ficar no ‘modo automático’, sob o risco de você se perder nas contas. Por isso, o planejamento é fundamental. Anote todos os seus gastos, tanto os fixos (plano de internet, condomínio, escola dos filhos, etc.) quanto os variáveis (supermercado, contas de energia e água). Dessa forma, entenderá melhor seus hábitos de consumo – quanto e como costuma gastar mês a mês.

Leia também: A importância da planilha de gastos para o seu orçamento

Lembre-se sempre que, apesar das dificuldades, você nunca deve gastar mais do que arrecada, ou seja, seu padrão de vida precisa ser compatível com o orçamento disponível. Se as contas estiverem no vermelho, não tem jeito: reduzir os gastos é essencial;

  • Controle o seu consumo

Um dos maiores desafios quando o assunto é lidar com a inflação no orçamento de casa tem relação com controlar o consumo. Estabelecer algumas metas, como, por exemplo, cortar as despesas do mês em 15%, estão entre as recomendações dos especialistas em finanças, que também sugerem:

 

  • Antes de sair às compras, pesquisar os preços dos produtos em vários supermercados;
  • Fazer uma lista antes de sair de casa que contenha somente os itens, realmente, indispensáveis;
  • Reduzir as idas à restaurantes e os pedidos de delivery, cozinhando mais em casa;
  • Adotar medidas de redução do consumo de energia elétrica e água em casa.

 

  • Tenha uma Reserva de Emergência

Esta dica já é frequente nos conteúdos que produzimos nas redes sociais e aqui no blog da Greencred (mas reforçar nunca é demais). A Reserva de Emergência é muito importante para ajudar nos momentos de aperto e imprevistos desagradáveis. Para criá-la, é necessário destinar parte dos seus rendimentos mensais a este fundo pessoal.

Embora o ideal seja que a sua Reserva de Emergência conte com um valor fixo (exemplo: de 15% a 30% dos seus rendimentos mensais), o mais importante é que você desenvolva o hábito de poupar dinheiro. Assim, por mais que seja modesta, toda quantia tem o seu valor.

Uma boa forma de manter a disciplina com a Reserva de Emergência (será preciso lidar com a tentação de desfalcá-la) é considerá-la como uma conta fixa, tal qual um boleto que precisa ser pago todos os meses. Depois de se tornar um(a) craque nessa área, poderá até juntar o equivalente a seis meses ou mais do seu salário, conforme recomendam os especialistas.

Dica da Greencred: como o próprio nome indica, a Reserva de Emergência não deve ser direcionada para gastos supérfluos. Utilize-a somente em situações, de fato, emergenciais. Afinal de contas, ninguém está livre de imprevistos e, nessas horas, o ideal é não depender de empréstimos ou se perder em endividamentos, concorda?

 

  • Realize investimentos seguros

Investir de forma segura também é uma forma de lidar com a inflação no orçamento de casa. Para que o seu patrimônio tenha rendimento e seja capaz de lhe ajudar nas situações mais difíceis, o recomendado é confiar parte das suas economias em aplicações financeiras rentáveis, tais como os títulos indexados pela inflação e as Letras de Crédito Imobiliário. Todavia, fique sempre atento(a) sobre as possíveis cobranças de taxas.

Sabia que as aplicações financeiras mais seguras e rentáveis do mercado estão na Greencred? Seja um cooperado e saiba como garantir o seu desenvolvimento financeiro com segurança, rentabilidade e controle do seu patrimônio.

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Você já ouviu falar na relação Risco x Retorno? Quando se fala em investimentos, este é um conceito obrigatório, fundamental e básico para se levar em consideração. Em mais este artigo do blog da Greencred, vamos explicar os motivos que justificam conhecer melhor estes termos tão frequentes na área das finanças.

Sabemos que, independentemente do produto, investir envolve riscos – alguns maiores, outros menores. Nesse sentido, obter retorno em relação ao investimento é uma consequência natural do tamanho dos perigos aos quais o investidor se submete, além, é claro, de fatores como liquidez e rentabilidade.

No mundo dos investimentos, o risco pode ser definido como a probabilidade do rendimento que o(a) investidor(a) desejava no momento da aplicação não se realizar. Um exemplo: imagine que você investiu, na modalidade de Renda Variável, em uma ação de empresa na qual esperava rentabilidade de 15% ao ano pelos próximos cinco anos.

Passado este período, percebeu que a companhia obteve resultados negativos, perdendo 5%, além de não ter rentabilizado o capital investido. Resultado: você terminará com um valor menor do que o que investiu. Contudo, em caso de sucesso da empresa, as chances de o retorno ser considerável também aumentam bastante.

Leia também: Renda Fixa e Variável: quais as diferenças?

 

Conheça os 5 tipos mais frequentes de risco na área de investimentos:

  • Risco de Mercado: decorre das condições da economia, que podem fazer os juros, o câmbio e o preço das ações variarem para mais ou para menos, influenciando seu investimento de modo positivo ou negativo;
  • Risco de Crédito: ao aplicar recursos, o investidor está “emprestando” dinheiro a alguém ou aplicando a quantia em determinado empreendimento, o que certamente envolve o risco de que o tomador dos recursos deixe de honrar a obrigação ou não pague os juros combinados;
  • Risco de Liquidez: aquele diretamente ligado à facilidade de resgatar ou transferir seu investimento. Em caso de pouca liquidez, haverá menos pessoas interessadas em negociar, o que tornará o valor do investimento mais baixo;
  • Risco Legal: relacionado com as eventuais questões legais que poderão resultar em problemas quanto ao cumprimento das condições previamente acertadas;
  • Risco Operacional: reflete as falhas registradas no decorrer do investimento, que poderão ser decorrentes de diversos fatores: problemas em equipamentos de uma empresa, erros humanos no controle de custos e gerenciamento, má https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistração dos recursos, entre outros.

 

Retorno é proporcional ao risco

A mesma lógica pode ser aplicada no caso de investimento em Renda Fixa, quando o investidor “empresta seu dinheiro” ao governo de um país em troca de juros futuros. O que ocorre? Há uma pequena chance/risco de o governo não contar com os valores para pagar ao investidor quando este tentar resgatar o investimento. Entretanto, é bem mais fácil uma empresa quebrar do que o governo. Todavia, considerando que os resultados sejam positivos, o retorno também é menor.

Em linhas gerais, o retorno em economia nada mais é do que a própria rentabilidade (um ativo de ganho ou perda sobre um valor investido), e faz referência ao lucro ou prejuízo de uma determinada aplicação financeira. Quem investe, por exemplo, R$ 1.000,00 e almeja uma rentabilidade de 10% ao ano, se concretizada, terá R$ 1.100,00 ao fim do prazo estipulado.

Leia também: Taxa Selic: tudo o que você precisa saber

 

Risco x Retorno: diversificar é essencial

Os especialistas em finanças são quase unânimes ao afirmar que a diversificação dos investimentos é essencial em nível de Risco x Retorno. Dessa forma, maximizar o retorno e diminuir o risco se torna mais viável. Mas como fazer para diversificar a carteira de investimentos?

O primeiro passo é ter conhecimento sobre o seu próprio perfil de investidor, o qual pode ser conservador, moderado ou arrojado. Com base nessa percepção, fica mais fácil identificar o(s) tipo(s) de investimento(s) mais adequado às suas necessidades e condições.

A segunda recomendação diz respeito à necessidade de que o investidor conheça os chamados ativos de baixo, médio e alto risco, sobre os quais daremos alguns exemplos a seguir:

  • Ativos de baixo risco: Tesouro Direto, CDBs e LCI;
  • Ativos de médio risco: Fundos Multimercado, Debêntures, CRI e CRA;
  • Ativos de alto risco: Fundos de Investimento e ações.

Uma mescla destes ativos acima é recomendada para qualquer investidor.

 

A melhor relação Risco x Retorno está na Greencred!

Aplicar dinheiro de forma inteligente e rentável é uma decisão que abre novas portas. Sabia que as aplicações financeiras mais seguras e rentáveis do mercado estão na Greencred?

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Você já sabe quais são os benefícios de ser um(a) cooperado(a) Greencred? Há mais de duas décadas, esta cooperativa de crédito que atua no Paraná oferece soluções financeiras que têm transformado a vida de milhares de pessoas e o desenvolvimento de inúmeros empreendimentos.

Uma das diferenças mais significativas entre uma cooperativa de crédito e um banco convencional é que, ao contrário deste segundo, o cooperativismo não tem o lucro como principal finalidade. A adesão é livre e voluntária, sendo que os deveres e direitos dos cooperados são iguais – independentemente da cota individual de participação no capital social da cooperativa, os associados têm, por exemplo, o mesmo poder de voto.

Os resultados positivos de uma cooperativa de crédito são chamados de “sobras”, que acabam sendo compartilhadas entre os cooperados na real proporção das operações que cada associado desempenha junto à instituição. Dessa forma, os ganhos retornam para a comunidade dos cooperados.

 

O que dizem os cooperados Greencred?

“Entrei na Greencred no ano de sua fundação (1998). Foi uma das boas decisões da minha vida. Sempre fui bem tratado em todos os bancos, mas em nenhum tão bem como na Greencred, onde me sinto em casa”, revela o neurologista Pedro André Kowacs. “Tenho, de fato, a sensação de ser um dos donos da instituição. Ano passado fiz um empréstimo para pagar um investimento, e as condições foram melhores do que em qualquer outro banco”, reforça.

Cooperado Greencred desde 2013, o professor Luiz Rogério Farias também demonstra satisfação por integrar a cooperativa. “O que mais gosto na Greencred é a facilidade de acesso, cortesia dos colaboradores e confiabilidade na https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistração.”

Leia também: Depoimento de cooperado: “A Greencred é uma companheira de vida”

 

Principais benefícios de ser um(a) cooperado(a) Greencred:

  • Atendimento personalizado e consultoria com profissionais experientes;
  • Juros do cheque especial com taxas abaixo das praticadas pelos bancos;
  • Possibilidade de receber a produção de convênios na conta corrente;
  • Distribuição das sobras entre os cooperados;
  • Conta capital: rende juros de até 100% da taxa Selic ao ano;
  • Sem cobrança de tarifas de TED e DOC;
  • Correspondente bancário;
  • Estacionamento gratuito até 30 minutos;
  • Motoboy disponível para os serviços bancários, sem custo adicional;
  • Segurança para as suas operações;
  • Internet banking, permitindo acesso à sua conta em qualquer lugar do mundo que tenha internet, com muita segurança;
  • Talões de cheques disponíveis de acordo com a demanda do cooperado, sem custos adicionais;
  • Cartões de débito e crédito;
  • Saques efetuados na cooperativa;
  • Fiscalização pelo Banco Central.

 

Leia também: Cooperativa de crédito: o que é e como funciona

 

Quero ser um cooperado Greencred! Onde ela atua?

A Greencred é uma cooperativa de crédito de livre admissão para pessoas físicas e jurídicas (empresas, condomínios, grêmios estudantis, sociedades de especialidades médicas, por exemplo).

Atualmente, a Greencred tem atuação nos seguintes municípios: Curitiba, Almirante Tamandaré, Araucária, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Colombo, Fazenda Rio Grande, Lapa, Mandirituba, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro e São José dos Pinhais, Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá, Morretes, Antonina e Guaraqueçaba.

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Baixo risco e alta liquidez: estas são algumas das principais características (e por que não dizer benefícios?) dos chamados investimentos em curto prazo, uma possibilidade de aplicação muito indicada para aqueles investidores que não dispõem de muito tempo para ver os resultados surtirem efeito.

Os investimentos em curto prazo costumam ter, no máximo, dois anos de aplicação, enquanto os de médio prazo abrangem de dois a cinco anos e, por sua vez, os de longo prazo são aqueles que superam cinco anos de aplicação.

Muitas vezes, os especialistas em finanças recomendam os investimentos em curto prazo para quem deseja manter uma reserva de emergência, o que, se por um lado, não atinge rentabilidades altas, ao mesmo tempo não representa grandes riscos.

Dessa forma, o investimento fica mais seguro e com maior liquidez, além de poder ser sacado a qualquer momento. Preserva-se, assim, o poder de compra dos recursos reservados.

Leia também: É seguro investir em uma cooperativa de crédito?

 

Tipos de investimento em curto prazo

Além da já mencionada reserva de emergência, os principais tipos de investimentos em curto prazo são os seguintes:

Renda Fixa: os investimentos em curto prazo são caracterizados, sobretudo, por aplicações de renda fixa, aquelas nas quais o cálculo da remuneração é previamente definido e informado desde o ato do investimento. Recentemente, vimos aqui no blog da Greencred que, por este motivo, essa aplicação é muito procurada pelos investidores que ainda estão iniciando. A previsibilidade que a Renda Fixa proporciona ajuda em relação ao planejamento do investidor.

Poupança: porta de entrada mais conhecida para os investimentos em curto prazo, a poupança tem, entre as suas facilidades, o fato de não exigir muita burocracia e altos valores para ser aberta – algumas são, inclusive, gratuitas. Além disso, assegura liquidez imediata, uma vez que os recursos podem ser sacados a qualquer momento e, além disso, não incide no Imposto de Renda (IR). Contudo, sua rentabilidade tende a ser baixa e somente é creditada a cada 30 dias desde que o depósito foi realizado.

Dica da Greencred: procure acompanhar a Taxa Selic quando quiser avaliar a rentabilidade da poupança. Quando a Selic está alta (mais de 8,5% ao ano), a lucratividade pode alcançar 0,5% ao mês ou 6% ao ano.

Leia também: Aplicações financeiras: forma segura e rentável de investir o seu dinheiro

 

RDC

Já ouviu falar em Recibo de Depósito Cooperativo? O RDC das cooperativas de crédito é similar ao Certificado de Depósito Bancário (CDB) dos bancos tradicionais. Em nível de investimentos em curto prazo, o RDC com liquidez diária possibilita que os recursos sejam resgatados a qualquer momento, sem a necessidade de avisar a instituição previamente. Todavia, apesar de ser um pouco mais rentável que a poupança, essa alternativa tem incidência do IR, logo, é necessário balancear a rentabilidade com o valor do tributo.

 

LCI 

Quando falamos em investimentos em curto prazo, vale lembrar que as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) contam com isenção de IR. Há a possibilidade de encontrar papéis que servem para objetivos de 180 a 365 dias, que podem render acima de 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

 

Fundos conservadores

Fundos de renda fixa com liquidez diária também são uma boa alternativa acerca dos investimentos em curto prazo. Isso porque a maioria deles não estipula um prazo pré-determinado de permanência, o que significa que compete ao investidor decidir quando realizar o resgate. Porém é necessário se atentar às taxas, pois, nos fundos de renda fixa há a incidência de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) e de IR.

Gostou das nossas dicas? Seja um cooperado Greencred e saiba como garantir o seu desenvolvimento financeiro com segurança, rentabilidade e controle do seu patrimônio.

Para saber quais são as opções de investimentos disponíveis na Greencred, fale com nossa equipe pelos canais de atendimento abaixo:

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O primeiro lote da Restituição do Imposto de Renda (IR) em 2022 foi liberado pela Receita Federal no dia 31 de maio. As pessoas que realizaram a declaração logo no início já estão recebendo esses recursos. A pergunta é: o que fazer com este dinheiro extra?

 

O que é e como funciona a Restituição do IR?

Primeiramente, precisamos explicar o que é e como funciona a Restituição do IR, um tema que costuma suscitar algumas dúvidas. Conhecemos como Restituição do Imposto de Renda o processo no qual a Receita Federal — órgão responsável pela arrecadação tributária e fiscalização dos contribuintes — devolve os valores (pagos a mais) referentes a esse tributo ao longo do ano.

O pagamento da restituição é feito diretamente na conta bancária informada na declaração. Caso o crédito não seja realizado por algum motivo, como conta desativada, os valores ainda ficam disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil (BB).

Nesse caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento BB, por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor da restituição no prazo de um ano, deverá solicitar novamente o pagamento.

Leia também: “Comprei um imóvel graças as condições da Greencred”

“Em resumo, a Restituição do IR pode ser entendida como uma espécie de mensagem que o contribuinte envia à Receita Federal informando que ele pagou mais imposto do que deveria ao longo do ano. Logo, gerando o direito de receber os valores enviados a mais com a devida atualização monetária. O principal fator que gera o direito de Restituição do IR são as chamadas despesas dedutíveis. Basicamente, são gastos que ocorrem durante o ano e são entendidos pela Receita Federal como valores que afetam a renda das famílias. Logo, não deve haver incidência de imposto de renda neles”, define o Serasa Experian.

 

Como consultar o lote de Restituição?

Para consultar se está contemplado(a) nos lotes da Restituição do IR, basta acessar o site da Receita na internet, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. A página apresenta as orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Se identificar alguma pendência na declaração, o contribuinte também já pode retificar o documento.

A Receita Federal também conta com um aplicativo disponível para tablets e smartphones que possibilita consultar, diretamente, nas bases do órgão, informações sobre liberação das restituições do IR e a situação cadastral de uma inscrição no CPF (Cadastro de Pessoa Física).

 

Quando será paga a Restituição do IR 2022?

De acordo com a Agência Brasil, o calendário de Restituição do IRPF 2022 prevê o pagamento em cinco lotes, entre maio e setembro. Os próximos lotes já têm data de pagamento: 29 de julho (3º lote), 31 de agosto (4º lote) e 30 de setembro (5º lote).

 

Restituição do IR: o que fazer com o dinheiro?

Embora seja um recurso que costuma servir como um complemento da renda dos contribuintes, a Restituição do IR também pode, ao invés de ser gasta de qualquer maneira, ingressar no seu planejamento financeiro, viabilizando a possibilidade de contribuir para a saúde das suas finanças.

Leia também: Aplicações financeiras: forma segura e rentável de investir o seu dinheiro

 

Listamos algumas utilidades que a Restituição do IR pode oferecer:

  1. Organizar a sua vida financeira;
  2. Iniciar uma reserva financeira;
  3. Aumentar o seu patrimônio;
  4. Quitar uma ou mais dívidas;
  5. Incrementar sua reserva de emergência;
  6. Investir na poupança ou outros tipos de aplicações.

 

Gostou das nossas dicas? Esperamos que você tenha compreendido melhor como funciona a Restituição do IR e possa fazer um uso consciente desses recursos.

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É chegado o mês de julho, um dos períodos mais requisitados para férias durante o ano. Sempre pensando no seu desenvolvimento financeiro e compartilhando informações relevantes nessa área, a Greencred listou dicas muito importantes para que as suas finanças tenham bons resultados no que diz respeito às tão aguardadas férias de julho.

  • Planejamento é fundamental

Planejar as férias, ainda mais se você for desfrutá-las em família, é de fundamental relevância não somente agora, em que estamos na metade do ano, mas em qualquer outro período. Quando se deixa de pensar nos detalhes referentes a uma viagem, por exemplo, as chances de as finanças se tornarem salgadas crescem, consideravelmente. Com planejamento, é possível traçar um objetivo, pesquisar os preços de passagens aéreas, hospedagem e obter uma série de informações sobre os locais que serão visitados.

Além disso, essa organização financeira possibilita estimar um valor aproximado que será investido para as suas férias de julho, de onde virão esses recursos (alguma possível promoção, poupança, reserva, etc.) e de que forma eles poderão ser aplicados sem que as suas finanças sejam comprometidas.

  • Pesquise, pesquise e pesquise

Pesquisar é um verbo crucial quando falamos em finanças para as suas férias de julho. Por isso, pesquise o máximo que puder sobre fatores como preços de passagens aéreas (comprar com antecedência é bem mais em conta), opções de hospedagem, moeda e idioma locais, lugares que você gostaria de conhecer, clima da região, entre outros. Desse modo, você evita surpresas desagradáveis, o que também inclui a questão financeira. Dica importante: faça passeios que estejam dentro da sua realidade orçamentária – nem sempre tudo o que a atração turística oferece em nível de gastos lhe é conveniente.

Leia também: A importância da planilha de gastos para o seu orçamento

  • Pague à vista, sempre que possível

Pagar à vista os produtos e serviços que você vai adquirir nas suas férias de julho pode contribuir (e muito) para a saúde das suas finanças. Deixe o cartão de crédito para os itens de maior valor, como, por exemplo, as passagens aéreas. Lembre-se que o deleite dos seus dias de lazer, uma hora, chegarão ao fim e você – mais dia ou menos dia – terá de quitar os débitos da sua fatura. Em tempos de juros tão exorbitantes, se parcelar cada pequena compra que realizar, a probabilidade de perder o controle aumentará.

  • Compare os preços

Deixar de comparar os preços dos produtos e serviços que você vai adquirir pode representar uma verdadeira dor de cabeça para as suas finanças. Em uma mesma cidade, estabelecimentos diferentes podem praticar valores bem distintos em relação ao mesmo atrativo. Pesquise sempre para fazer escolhas assertivas.

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  • Teve um imprevisto? Faça uso da reserva de emergência!

Claro que, quando pensamos nas férias de julho, idealizamos somente o que há de positivo e que tudo, naturalmente, ocorra sem intercorrências. Todavia, imprevistos podem acontecer a qualquer momento, independentemente da situação. O que pode ser muito útil nessas horas é fazer uso da reserva de emergência, uma espécie de fundo que toda a pessoa que preza pelas finanças precisa ter, no sentido de se precaver. Esse recurso guardado é o que garante a segurança e tranquilidade para quitar seus débitos sem grandes perdas de padrão de vida em períodos de maior dificuldade.

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Se você já investe ou está pensando em investir, certamente já ouviu falar em Renda Fixa e Renda Variável. Como muitas pessoas costumam ter dúvidas sobre o que são, como funcionam e quais são as vantagens de cada uma destas alternativas, resolvemos criar este artigo para esclarecer os principais pontos.

Nos últimos anos, a poupança (que ainda é o tipo de investimento mais popular no Brasil) tem perdido força por conta da baixa rentabilidade e da alta da inflação. Este cenário propicia a escolha por outras formas de aplicação, tais como a Renda Fixa e a Renda Variável.

 

Renda Fixa: o que é?

Comecemos, então, pela Renda Fixa, que é um tipo de investimento no qual a taxa de rentabilidade é prefixada, o que significa que é previsível desde a aplicação. Por este motivo, essa aplicação é muito procurada pelos investidores que ainda estão iniciando.

A previsibilidade que a Renda Fixa proporciona ajuda em relação ao planejamento do investidor. Investir para comprar uma casa ou adquirir um carro são exemplos de possibilidades, mas investidores mais experientes também podem variar os tipos de investimentos conforme os seus objetivos e rendimentos.

 

Leia também: É seguro investir em uma cooperativa de crédito?

 

Modalidades de Renda fixa

Há três modalidades básicas, de acordo com o rendimento de cada investidor, quando o assunto é Renda Fixa. Vamos conhecê-las:

 

– Títulos prefixados: como o próprio nome indica, são aqueles cuja rentabilidade já é previamente conhecida (exemplo: 15% ao ano). Isso sentencia que, independentemente do que ocorra com a economia e o mercado, o rendimento não sofrerá alteração. Logo, como não há surpresas e o investidor tem a possibilidade de calcular, exatamente, o quanto será resgatado quando a aplicação vencer, estes títulos são considerados os mais seguros disponíveis.

 

– Títulos pós-fixados: aqueles em que o rendimento está relacionado a algum indicador da economia (taxa Selic, CDI ou qualquer outro). Dessa forma, o título pagará um percentual da taxa, como 125% do CDI, por exemplo;

Ao contrário do que vimos em relação aos títulos prefixados, o rendimento dos títulos pós-fixados não pode ser medido com toda a precisão, uma vez que é a própria oscilação do indicador que estabelece o quanto a aplicação renderá. Eles ainda possibilitam uma pequena previsibilidade, visto que esses indicadores (Selic, CDI, etc.) podem ser estimados;

 

– Títulos híbridos: por sua vez, os títulos híbridos são aqueles que combinam as características dos prefixados e pós-fixados. Assim, uma parte do rendimento é fixa e a outra é pós-fixada. Uma das vantagens desta modalidade é que ela protege contra a inflação, pois este indicador assegura que o investimento, ao menos, seguirá este objetivo.

 

Quais os tipos de investimento em Renda Fixa?

  1. Certificado de Depósito Bancário (CDB);
  2. Letra de Câmbio;
  3. Letra financeira;
  4. Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA);
  5. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs);
  6. Debêntures;
  7. Tesouro Direto.

 

Renda Variável

A Renda Variável oscila de acordo com o mercado e pode sofrer diversos tipos de influência, o que inclui novas políticas governamentais ou, até mesmo, recessões econômicas agravadas por questões sanitárias de nível global, como a crise provocada pela pandemia da Covid-19.

Por outro lado, a falta de previsibilidade da Renda Variável é compensada pela possibilidade de obter lucros maiores do que os da Renda Fixa. É necessário que o investidor tenha uma conta em banco ou corretora de investimentos para investir em ativos dessa modalidade.

 

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Renda Variável: exemplos de investimentos

Quando falamos em Renda Variável, modalidades de investimento como Ações, Fundos de Ações e Fundos Imobiliários estão entre as mais comuns. Vamos conhecer um pouco melhor cada uma delas:

 

– Ações e fundos de ações: um dos melhores exemplos possíveis de Renda Variável são as ações e os fundos de ações. Por meio de uma conta em corretora, se torna possível comprar uma ou mais ações, o que viabiliza ao investidor ser proprietário de uma fração das grandes empresas. Também é importante destacar que, como sócio, o investidor adquire o direito a eventuais dividendos e lucros caso revenda a sua participação por um valor superior ao do que pagou no momento inicial.

Os fundos de ações, que são https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistrados por gestores profissionais, também são uma boa alternativa, uma vez que esses especialistas analisam as empresas e os títulos mais viáveis, aplicando a soma dos recursos investidos pelos clientes conforme os resultados dos seus estudos acerca do cenário – e a proposta de nível de risco de cada fundo.

 

– Fundos imobiliários (FIIs): arrecadar o dinheiro dos investidores para aplicar o recurso no mercado imobiliário. Este é o principal objetivo dos FIIs, que direta ou indiretamente acabam se tornando proprietários de imóveis que são alugados a terceiros (geralmente empresas). Uma das vantagens é que eles podem gerar uma renda extra mensal oriunda dos aluguéis cobrados.

O que nem todos sabem é que os FIIs também contam com diferentes classificações de risco. Um exemplo: um fundo que tenha vários imóveis de alto padrão em uma região nobre tende a atrair grandes empresas, que têm histórico de adimplência mais consolidado.

 

É melhor investir em Renda Fixa ou Variável?

A pergunta de um milhão de dólares: é melhor investir em Renda Fixa ou Variável? A primeira resposta é: depende de diversos fatores. A segunda é: não é necessário escolher apenas uma. A decisão de investir na alternativa “x” ou “y” dependerá de questões como perfil do investidor, seus objetivos e tolerância a riscos.

Muitas vezes, Renda Fixa e Renda Variável encontram sinergias, podendo caminhar juntas. Como já destacamos neste artigo do blog da Greencred, a principal diferença entre ambas se refere à previsibilidade do investimento. Os ativos de Renda Fixa têm critérios de rentabilidade e prazo definidos no momento da aplicação, o que não se dá com a Renda Variável.

Todavia, a falta de previsibilidade da Renda Variável é, justamente, um dos seus atrativos, diante da possibilidade de ganhos ainda maiores que crescem juntamente com o risco.

A Greencred não oferece opções de investimento em Renda Variável. No entanto, é nosso papel como sua consultora financeira te deixar bem informado sobre as opções de investimento que existem.

 

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Hoje, aqui no blog da Greencred, você vai conhecer melhor uma taxa que exerce grande influência sobre as finanças dos brasileiros: a Taxa Selic. Neste artigo, vamos explicar o que é, como funciona e de que forma ela causa impactos na economia do país.

 

O que é a Taxa Selic?

De acordo com o Banco Central do Brasil, a Selic é a taxa básica de juros da economia. Podemos afirmar que ela é o principal instrumento de política monetária utilizado para controlar a inflação, influenciando todas as taxas de juros do País, como as taxas de juros dos empréstimos, dos financiamentos e das aplicações financeiras.

 

Por que “Selic”?

O nome da Taxa Selic tem origem na sigla do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, uma infraestrutura do mercado financeiro https://greencred.com.br/wp-content/uploads/2024/05/post03.jpgistrada pelo Banco Central. Por meio dele é que são transacionados os títulos públicos federais. A taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados nesse sistema corresponde à Taxa Selic.

 

Para que serve a Taxa Selic?

Um dos principais elementos da estratégia de política monetária do Brasil, a Taxa Selic serve, basicamente, para ajudar no controle da inflação nacional, assegurando que a economia do País tenha estabilidade e atinja níveis estáveis, evitando os descontroles frequentes de preços e, consequentemente, não permitindo que o poder de compra seja reduzido a patamares muito baixos.

Muita gente não sabe, mas o Brasil conta com um sistema de metas de inflação. Estabelecido em 1999, ele ratifica o compromisso do País de manter a inflação dentro de um piso fixado, periodicamente, pelo Banco Central. Daí a importância da Taxa Selic.

 

Leia também: Aplicações financeiras: formas seguras e rentáveis de investir seu dinheiro

 

Como a Taxa Selic impacta a economia?

A Taxa Selic costuma influenciar, consideravelmente, no crédito e nos investimentos. Isso se dá porque ela é o principal mecanismo do Banco Central no intuito de controlar o volume de recursos financeiros em circulação. Funciona assim: a Selic é elevada quando a economia está aquecida e os preços passam a subir, ameaçando a meta de inflação.

Como os juros passam a ser mais altos, fica mais complicado obter crédito, uma realidade que impacta consumidores, empresas e até mesmo o governo. Como consequência, o consumo é desestimulado, o que contribui para o controle dos preços.

E quando ocorre o contrário? A Taxa Selic diminui quando a inflação está sob controle ou abaixo da meta, estimulando, assim, o consumo, e ajudando a aquecer a economia.

 

A Selic é definida como e quando?

A Taxa Selic é definida e anunciada como uma meta pelo Comitê de Política Econômica (Copom), órgão do Banco Central que é composto por seu presidente e alguns diretores, os quais se reúnem a cada 45 dias para decidir qual Selic “meta” vigorará no próximo mês e meio.

De acordo com o Banco Central, as reuniões do Copom incluem apresentações técnicas e discussões acerca das perspectivas para as economias nacional e mundial, comportamento dos mercados e condições de liquidez, entre outros fatores relevantes.

 

Taxa Selic e os investimentos

Sabia que, geralmente, uma Taxa Selic elevada costuma ser vantajosa para os investimentos de Renda Fixa? Isso ocorre porque eles oferecem uma remuneração com base em juros, tais como os CDBs emitidos pelos bancos, títulos públicos do governo federal, letras de crédito e debêntures. Contudo, quando a Taxa Selic é reduzida, o mesmo se dá com a rentabilidade deles, casos em que a Renda Variável acaba sendo mais atrativa.

 

Taxa Selic e o consumo

Em tempos de Taxa Selic alta, a tendência é que haja uma redução das compras, pois os empréstimos e financiamentos ficam mais caros, o que impacta, diretamente, no nível de consumo, uma vez que o custo dos serviços e produtos também fica elevado. O oposto, porém, é visto quando a Selic registra queda.

 

Taxa Selic e o crédito

Taxa Selic alta significa financiamentos e empréstimos mais caros, pois os bancos cobram juros mais altos em relação a esses tipos de operações. O movimento contrário (juros do crédito mais baratos) ocorre quando a Selic diminui. Dessa forma, podemos afirmar que a Selic atua como uma referência para o custo das linhas de crédito no País.

Próximas reuniões do Copom em 2022:

– 2 e 3 de agosto;
– 20 e 21 de setembro;
– 25 e 26 de outubro;
– 6 e 7 de dezembro.

 

Gostou deste artigo? Esperamos ter contribuído para esclarecer suas dúvidas sobre a famosa Taxa Selic.

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